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sábado, 20 de dezembro de 2014

Galeria: 4º Encontro de Folias Religiosas do Amapá


Estive em Mazagão, a cerca de 35 km de Macapá, acompanhando o início do 4º Encontro de Folias Religiosas do Amapá. O evento é promovido pela Associação Amapaense de Folclore e Cultura Popular (responsável também pelo Ponto de Cultura Povo de Fé e de Festa, que funciona junto à Biblioteca Pública Elcy Lacerda) e pela Associação Cultural São Tomé, do distrito do Carvão, em Mazagão, que organiza atualmente a Festa de São Tomé, que este ano chegou a seu centenário. A festa iniciou na terça, o Encontro na quinta, e ambos se encerram amanhã. 

As fotos noturnas mostram a roda de marabaixo que sucedeu a realização da ladainha na noite da quinta, 18. Tia Zezinha, que tem um grupo de Marabaixo com seu nome, esteve presente prestigiando o evento. 


Capela de São Tomé

Interior da capela


Na manhã da sexta, 19, enquanto eu aguardava o início do seminário Patrimônio Cultural e Políticas Públicas para as Culturas Populares (que, previsto para as 9h, iniciou perto de 10h40), acompanhei o trabalho de estudantes do curso de Geografia da UNIFAP (Universidade Federal do Amapá), que foram de Macapá para participar do evento.



Imagem de São Tomé

Alunos da Unifap entrevistam os moradores

Como eu iria pegar o ônibus das 12h45 para Macapá, acabou que não me foi possível acompanhar mais que a fala inicial do seminário, proferida pela professora Drª Piedade Lino Videira, também da Unifap (curso de Pedagogia). Foi uma fala muito interessante, onde ela relatou sua infância no bairro do Laguinho, livre de preconceitos e aberta às mais diversas influências populares, e como percebeu, apesar da tenra idade, que nada disso conseguia transpor os muros da escola, onde se seguia apenas as recomendações curriculares vindas de Brasília, padronizadas para todo o país. Ao ter que escolher sua profissão, optou pela Pedagogia para poder justamente vencer essas barreiras e trabalhar com estes conteúdos vindos da cultura popular em sala de aula. 


Piedade Videira, Irislane Moraes (professora de História - UNIFAP) 
e Decleuma Lobato (da Associação Amapaense de Folclore e Cultura Popular )

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