Aqui se fala do som dos estados do Norte do Brasil: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Suspensa a campanha Seja Parceiro do Som do Norte


Caros amigos e amigas deste blog,

Há pouco mais de um mês, mais exatamente no dia 28 de dezembro do ano passado, convidamos vocês a se tornarem parceiros do Som do Norte, oferecendo recompensas exclusivas para os leitores que se dispusessem a contribuir para a manutenção do blog.

Passado este período, podemos concluir que a campanha fracassou. Apenas três formulários foram enviados por interessados, sendo que nenhum deles efetivamente depositou. Inclusive em função disso nem houve o primeiro sorteio que estava marcado para o dia 20.

Em vista disso, optamos hoje por cancelar a campanha. Os formulários publicados serão desativados.


domingo, 29 de janeiro de 2012

Joelma Klaudia lança DVD em fevereiro

Um dos principais nomes da noite de Belém, Joelma Klaudia ainda não cantou este ano na cidade. Atualmente, ela está em Altamira, onde descansa e planeja seu ano de 2012. Entre 11 e 15 de janeiro, participou com destaque da turnê da Orquestra de Violoncelistas da Amazônia pelo estado de São Paulo.

- Conviver com a Orquestra durante seis dias, viver os bastidores da dedicação do professor Áureo de Freitas, de cada violoncelista e das mães envolvidas no projeto, me emocionou bastante – afirma.

Nesta temporada em Altamira, Joelma aproveita para iniciar a pré-produção do 2º Festival Canção da Transamazônica. “O 1º Festival, no ano passado, deu super certo e abriu caminhos para o 2º”. Sobre sua terra natal, a cantora diz que “Altamira é uma cidade que atraiu o olhar do mundo inteiro por causa da polêmica Hidrelétrica do Belo Monte, entretanto é um município um tanto isolado e carente. Por isso uma vez por ano vou lá fazer produção cultural através de projetos aprovados pela Lei Semear”.

Assim que retornar à capital, Joelma irá fazer o lançamento do DVD No Mundo, gravado em Altamira em 2010. O trabalho traz versões ao vivo das músicas de seu primeiro CD, Dias Assim, lançado em 2009. “As músicas ficaram com uma cara bem diferente, mais fervorosas! Tem cenas diurnas maravilhosas do rio Xingu. A equipe de músicos e técnicos que foi pra Altamira realmente vestiu a camisa deste trabalho, o que resultou em alegria contagiante”, comemora a artista. Os shows de lançamento serão feitos num circuito de bares, com o patrocínio da Lei Tó Teixeira e do Old School Rock Bar.

Também neste semestre, Joelma Klaudia deve iniciar as gravações do segundo CD. Por enquanto, ela só adianta que o disco terá músicas de compositores de Belém e de Altamira, e que deverá ser “mais rock’n’roll” do que o primeiro.

Um eventual retorno a São Paulo ainda este ano não está descartado: houve um contato do SESC Pompéia que pode resultar num convite para que Joelma participe do projeto Prata da Casa, onde recentemente se apresentaram os paraenses Felipe Cordeiro, Luê Soares e Félix y Los Carozos. Joelma comemora a possibilidade de retorno:

- A-do-rei São Paulo, minha primeira experiência fora do Pará enquanto cantora. A cena cultural é bem diferente daqui, absorvi tudo que pude e pretendo voltar mais vezes, embora quase tenha enlouquecido de tanta informação.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Ostin lança single "Nós Dois"

Na sexta passada, a banda Ostin, de Boa Vista, lançou no YouTube seu novo single, "Nós Dois". Novo? Novíssimo! Basta dizer que já é uma gravação de 2012!

No blog Roraima Rock'n'Roll, Victor Matheus comentou na segunda, 16, que "Felipe Veras mostra para o ouvinte todo o seu potencial vocal nessa bela canção, cantando verdadeiramente com sentimento, e cativando o ouvinte a primeira audição."

OSTIN - Nos Dois by Som-do-Norte3
  • Em tempo: não confunda com a canção "Nós Dois" (Ronaldo Silva - Júnior Soares), que encerra o show Tu, Já Rainha, da cantora paraense Luê.

Mestre Bento precisa de doadores de sangue

E-mail que recebemos na tarde desta sexta.

Prezad@s,

Fazemos aqui novo apelo solidário em prol de nosso querido Mestre Bento, compositor e fundador do grupo de carimbó Raízes da Terra da cidade de Marapanim (PA), uma das referências vivas da tradição do carimbó paraense, que se encontra em gravemente doente há vários meses.

O mestre foi internado hoje em Belém, no Hospital Barros Barreto, e precisa urgentemente de doadores de sangue, de qualquer tipo. Os doadores podem procurar qualquer unidade do HEMOPA e fazer sua doação em nome de BENTO DA TRINDADE ALVES.


Mestre Bento luta contra um câncer pulmonar que o impossibilita de fazer o que mais ama em sua vida: compor, cantar e tocar carimbó, essa música e dança que é patrimônio do povo paraense há dois séculos e se encontra em vias de ser reconhecida, finalmente, como parte fundamental do patrimônio imaterial do Brasil.

Esse processo de reconhecimento e valorização efetiva do carimbó e seus verdadeiros protagonistas, iniciado no Festival de Carimbó de Santarém Novo em 2005, deve muito ao trabalho silencioso e dedicado de Mestre Bento e outros mestres e mestras do carimbó de dezenas de comunidades carimbozeiras espalhadas ao longo de nosso litoral, entre elas a lendária Marapanim. Mestre Bento é entusiasta e grande animador da Campanha Carimbó Patrimônio Cultural Brasileiro e sempre esteve à frente de seu grupo Raízes da Terra defendendo essa causa.

Agradecemos a solidariedade de tod@s que puderem ajudar nosso querido Mestre Bento.

Contatos e informações sobre o estado de saúde do mestre podem ser disponibilizados através do telefone (91) 9918-9368 (Zuleide Alves)

Grato pela atenção e apoio.

Isaac Loureiro
Irmandade de Carimbó de São Benedito

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Participe do Grito Rock Rondônia 2012!


Em Rondônia o Grito Rock 2012 será realizado em 4 cidades durante o mês de março nos dias 2 e 4 em Vilhena, 9 e 10 em Cacoal, 10 e 11 em Ji-Paraná e 16 e 17 em Porto Velho. Através dessa agenda será possível a integração e micro-rotas, facilitando a circulação de agentes, produtores, artistas e bandas, fomentando as trocas de tecnologias sociais, intercâmbio e incentivando a produção e a formação profissional, em projetos voltados ao setor cultural.

Em Porto Velho essa é a sexta edição e terceira realizada pelo Coletivo Cultura e Arte Organizando o Social - C.A.O.S.. Em Vilhena já foram 3 edições e a quarta edição está sendo realizada pelo coletivo Ekatu. Em Ji-Paraná o Interior Alternativo realizará sua segunda edição. Já na cidade de Cacoal, através do Arte e Cultura Social - ARCUS novo na rede e em conjunto com a Associação dos Atores do N.A.D.A promovem a primeira edição na cidade.

Artistas e bandas já podem fazer sua inscrição para as oportunidades no Toque no Brasil (www.tnb.art.br) visualizando a circulação dentro do Estado de Rondônia.

A expectativa dos organizadores de Rondônia é de promover no Festival uma integração entre artistas e população. O projeto ainda propõe alternativas colaborativas e sustentáveis de produção e circulação de artistas, agentes e tecnologias.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Cacau Novais canta na Dinamarca em março


Ali por abril do ano passado, eu conversei com a cantora Cacau Novais. Me intrigava, mais, até me incomodava o fato de ver que ela praticamente estava resumindo sua carreira a participações em shows de outros artistas. De fato, fazia quase dois anos de sua última temporada no Baiacool Jazz, em Belém - fora em junho de 2009, substituindo Aíla (então Magalhães), que não se adaptara ao estilo da casa.

Enfim, a partir da nossa conversa Cacau retomou sua carreira, fazendo uma temporada em maio de 2011 no Bar Municipal, participando em junho da minha festa Som do Norte Abrindo o Verão e me dando a honra de fazer o show comemorativo dos 2 anos do Som do Norte, em 4 de agosto, na abertura de sua primeira temporada no SESC Boulevard. No mês seguinte, veio sua estreia num dos principais palcos do Pará, o Teatro Margarida Schivasappa - tudo isto em paralelo a participações em shows de J.P.Simões, Eloy Iglesias e outros.

Em novembro, uma apresentação ao lado de um grupo formado por Sizão Machado (baixo), Thomas Walbum (piano) e Niclas Campagnol (bateria) gerou um convite para um vôo ainda mais alto - uma turnê na Dinamarca! Sim!

Cacau viaja em março. Lá, será acompanhada pelo trio de Walbum - o próprio ao piano, mais Niclas Campagnol (bateria) e Andreas Hatholt (baixo). Para maior deferência com a convidada brasileira, o grupo irá se apresentar como Cacau Novais Quartet (que tal?). Veja a programação completa, disponível no site de Walbum (http://thomaswalbum.dk/?page_id=12)

Cacau Novais Quartet in Denmark
MAR 3 2012Cacau Novais QuartetCopenhagenTango Y VinosDenmark
Time: 10:00pm. Admission: 60 dkr. Address: Herluf Trolles gade 9. Lineup: Cacau Novais – vocals Thomas Walbum – piano Niclas Campagnol – drums Andreas Hatholt – bass
MAR 8 2012Cacau Novais Quartet3060 EspergærdeCafé DivinoDenmark
Time: 8:30pm. Admission: free. Age restrictions: All Ages. Address:Mørdrupvej 1 A. Lineup: Cacau Novais – vocals Thomas Walbum – piano Niclas Campagnol – drums Andreas Hatholt – bass
MAR 9 2012Cacau Novais QuartetCopenhagenTango Y VinosDenmark
Time: 10:00pm. Admission: 60 dkr. Address: Herluf Trolles gade 9. Lineup: Cacau Novais – vocals Thomas Walbum – piano Niclas Campagnol – drums Andreas Hatholt – bass

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Aviso

Prezados amigos e amigas,

Lamentamos informar o falecimento de Glaci Oliveira, mãe do editor deste blog, Fabio Gomes.

Em razão disto, estaremos atualizando o Som do Norte com menor frequência, nos próximos dias, priorizando apenas as seguintes campanhas já lançadas:

Nesse período, o envio do Rapidola estará suspenso.

Contamos com sua compreensão.


domingo, 15 de janeiro de 2012

Central de Abastecimento: Rock! - Molho Negro


No começo da tarde deste domingo, a nova banda paraense Molho Negro liberou para download em seu site http://www.molhonegro.com/ a íntegra do primeiro EP, Rock! (por ora, é basicamente isto que tem na página, link pra baixar o som, mais pras páginas do grupo no Facebook, Twitter e YouTube - embora não haja ainda vídeos no canal -, e os contatos da banda).

Uma coisa já de cara me agrada no disco do Molho Negro, antes mesmo de ouvir o som (do qual gostei, quero que conste nos autos :). É um lançamento de gente sintonizada com seu tempo. João Lemos (guitarras e voz) e Augusto Oliveira (bateria e voz) gravaram os sons em 6 dias em Goiânia (ficaram de 17 a 23 de dezembro de 2011 no mítico estúdio RockLab, com produção dos bam-bam-bãs Gustavo Vazquez e Luis Maldonalle). De volta a Belém, só esperaram passar o período de festas (Natal, Ano Novo) e já lançaram o EP, menos de um mês do início das gravações! Eu sou super a favor disso: gravou, lança logo! Revoguem-se as ensebações em contrário.

A página do Molho Negro no Facebook - https://www.facebook.com/pages/Molho-Negro/166183770152983?sk=info - informa que Raony Pinheiro também faz parte hoje da banda, criada em agosto de 2011 para se dedicar ao gênero garage rock, tendo como referências Hellacopters, The Vines e Weeze, entre outros.

Logo depois da disponibilização do EP, Diego Fadul, guitarrista da banda Aeroplano, comentou no Facebook (também comentaram Ariel Andrade, do SIM, e o próprio João Lemos):

"Ela prefere ouvir o DJ", do Molho Negro já é a melhor música desse semestre. Nem lancem nada porque já era, é essa, só timbraço, uma bateria incrível, produção perfeita!

Diego Atie Fadul Que bateria é essa, doido...
há 5 horas ·
  • Ariel Andrade poxa...aê galera do S.I.M cancelem o disco novo...ordens do DIDI!! brincadeiras a parte....esse EP da galera do molho negro tá duca!! joão arrebentou!
    há 5 horas · · 1
  • Joao Lemos quem tiver de bobeira, dia 21 no fuxico, no lançamento do EP é justamente essa musica a qual vamos gravar o primeiro dos clipes, apareça bebado no clipe do molhonegro :D
    há 5 horas · · 1

ROCK!
MOLHO NEGRO - 2012

1 - Mania de Perseguição
2 - Fliperama Superstar
3 - Onde Está Meu Mojo
4 - Ela Prefere o DJ

Guitarras adicionais em “Ela prefere o DJ” por Luis Maldonalle

Formato: MP3 - 320 kbps - 44 KHz
Duração - 12:33
Selo: Rajada Records
Lançamento virtual: 14.1.12

Música do Dia: O Trenzinho do Caipira


Nossa música em homenagem a este Dia do Compositor é este vídeo de "O Trenzinho do Caipira", que Juliele (voz) e Manoel Cordeiro (violão) gravaram e publicaram agora há pouco no YouTube.

A música foi composta em 1930 por Heitor Villa-Lobos como "Tocata" de sua "Bachianas Brasileiras nº 2", e a letra é de 1975 - Ferreira Gullar a inseriu em seu Poema Sujo.

Disco do Mês: Logotipo da Beradelia inspira bordado


O logotipo da banda Beradelia, de Porto Velho...


... ganhou ontem uma linda versão em bordado.


A autora da peça é Kali Tourinho, também ela um nome da música de Rondônia. Cantora e compositora ainda em princípio de carreira, Kali tem feito várias apresentações em Porto Velho. Participou, inclusive, da Béra Night de ontem - que, conforme ela me contou hoje cedo no bate-papo do Facebook, "foi muito ótima".

  • Ei, você já escutou & baixou o CD Planeta Beradelia no blog Música do Norte?? Vai lá!

Na Rede: Expresso Imperial divulga teaser do novo clipe

A banda instrumental Expresso Imperial, de Porto Velho, divulgou ontem no YouTube um teaser do seu primeiro videoclipe, da música "Do Campo".

sábado, 14 de janeiro de 2012

Foi Show: Batucada do Coletivo Canalha


Nas fotos de Mel Miranda, o registro da 12ª Batucada do Bloco Canalha (ou no Bar do Parque), ocorrida ontem, a primeira do ano e a primeira com apoio oficial do Som do Norte.

A área entre o bar e o Theatro da Paz foi tomada por um público numeroso...

... e animado, como se vê. Ao microfone, a cantora Aninha do Rosário; no pandeiro, Edmar Silva. Em segundo plano, ajeitando o cabelo, Tony Leão, um dos idealizadores do evento.

Participaram desta edição da Batucada, entre outros, a sambista Larissa Leite...

... e o grupo Sabor Marajoara.

Para quem perdeu a Batucada d'ontem, avisamos: a próxima agora só em março, me confirmou ontem mesmo Tony Leão. Em fevereiro, o Coletivo Canalha se dedica às atividades carnavalescas do Bloco da Canalha.


Foi Show: Turnê Cello Stravaganza


Joelma Klaudia publicou esta manhã no Facebook novas fotos da turnê Cello Stravaganza, da qual ela e Gabriella Florenzano são as cantoras convidadas da Orquestra de Violoncelistas da Amazônia. Os concertos acontecem em unidades do SESC no Estado de São Paulo.

Joelma canta "Back in Black" no SESC Santo Amaro, na cidade de São Paulo, quinta.

Outro momento do concerto em Santo Amaro.

Concerto no SESC São José dos Campos.

O SESC São José dos Campos lotou ontem.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Renovando o convite: seja Parceiro do Som do Norte


Caros amigos e caras amigas deste blog,

Quero neste domingo renovar o convite que fiz nos últimos dias do ano passado, para que vocês se tornem Parceiros do Som do Norte (neste link detalhamos tudo). Como vocês já podem ter reparado, o blog existe há 30 meses sem nunca ter tido anunciantes. Desta forma, tenho assumido integralmente neste período todas as despesas que a manutenção do blog acarreta (registro do domínio e hospedagem - fundamentais para que vocês possam ouvir online e baixar os nossos áudios -, mais despesas normais em atividade jornalística-cultural, como telefonemas, deslocamentos, pagamento de ingressos/couvert, acesso à internet etc.). É para cobrir estes custos que estou pedindo sua colaboração.

Até o momento, três leitores mandaram o formulário, interessados em serem Parceiros do blog. Nenhum deles, porém, chegou a fazer ainda o depósito do valor correspondente à categoria escolhida, o que segundo o que anunciamos impediria que eles concorram ao primeiro sorteio mensal de disco nortista - agora em janeiro, iremos sortear o EP A Vida Vem em Ciclos, do Vinicius Tocantins (RR). O sorteio será no dia 20, sexta, e concorreriam a ele todos os Parceiros que houvessem pago até o dia 16 (já que neste mês o dia 15 cai em domingo).


Para facilitar, vamos estender o prazo em dois dias. Portanto, irão concorrer ao sorteio do EP do Vinicius Tocantins todos os que se inscreverem como Parceiros nas categorias Premium e VIP, e que efetuem o depósito do valor correspondente até quarta-feira, 18 de janeiro. Quem se inscrever e/ou depositar depois do dia 18, não precisa se preocupar, irá participar do sorteio de fevereiro, desde que paguem antes do dia 15/2. Obs: não haverá sorteio em 20/1, pois nenhum dos pré-inscritos fez o depósito até 18/1.

Então, não deixe pra última hora. Leia e preencha o formulário abaixo, nos mande sua pergunta caso tenha alguma dúvida, participe. Ajudando a manter o Som do Norte no ar, você contribui para o fortalecimento e a difusão da produção musical da Amazônia.

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- no primeiro mês recebe ainda uma camiseta do Som do Norte

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Caixa Econômica Federal

Comentário:



Rapidolas Roraimenses

  • Há poucos minutos, Vinicius Tocantins tuitou:

Vinicius Tocantins
Chegamos a Obrigado gente! \o/

Sim, é isto mesmo. Já foram CEM downloads do EP A Vida Vem em Ciclos, lançado no dia 5 por uma rede integrada por Som Independente, Canoa Pop e nós do Som do Norte. Um resultado fantástico, se considerarmos que foi obtido em 8 dias. Um fato histórico para a música roraimense. Pra ninguém ter dúvidas, dei um print na página do EP no 4Shared tão logo Vinicius fez o anúncio (tá um pouquinho borrado mas dá pra sacar).



  • Atrações das sextas no Bar Roraima Moto Clube - Nesta sexta, 13, quem agita a noite do Bar é a Mr. Jungle, com o novo baixista Frankson. Na próxima sexta, 20, quem faz a festa é a Haadj. O som inicia às 23h30.

  • Roraimenses em Manaus (1) - A Haadj irá à capital do Amazonas no começo de fevereiro, inaugurando a participação roraimense no projeto Riffs Desplugados, organizado por Sandro Nine (3/2, sexta, na Saraiva Manaus), e se apresentando também no Toca Rock (4/2, sábado). Em abril, será em dose dupla a presença de Roraima no Riffs: Sandro irá apresentar Vinicius Tocantins e Sergio Barros.
  • Roraimenses em Manaus (2) - Antes disso, outra banda de Boa Vista estará em Manaus: Veludo Branco participa do show de lançamento do DVD Roda Viva, dos Raimundos, ao lado das bandas Rock Rocket (SP) e Banda Tattva. Será dia 31/3, na quadra da Escola de Samba Aparecida.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Diz Aí: Tony Leão fala da Batucada do Coletivo Canalha

Tony Leão

Nesta sexta, acontece em Belém a primeira Batucada do Coletivo Canalha do ano, no Bar do Parque (Belém). A partir de agora, o evento passa a ter o apoio oficial do Som do Norte. Para que você saiba mais sobre o evento, conversamos com um dos idealizadores da Batucada, o poeta e historiador Tony Leão da Costa.

Som do Norte - Tony Leão, há quanto tempo existe a Batucada do Coletivo Canalha no Bar do Parque? A primeira foi feita no Horto, porque o músico Thomaz Silva ia pra França, não é?, só depois se fixou o Bar como local. Nos conte essa história.

Tony Leão - A Batucada existe há cerca de 6 meses e de fato a primeira ocorreu meio que por acaso na despedida de uma amigo que ia pra França para uma turnê. Resolvemos fazer uma espécie de despedida para o Thomaz Silva, que faz parte do grupo A Corda Bamba. Esse grupo é um de nossos parceiros e sempre está conosco nos eventos realizados pelo Bloco da Canalha. Fizemos essa primeira experiência no Bar do Horto. Reunimos vários amigos e ficamos tocando samba e cantando. Foi muito legal.

Thomaz Silva não ficou muito tempo fora, aqui o vemos na 7ª Batucada
- 30.9.11

Tempos depois, após um show do grupo Choramingando, outro grupo que sempre participa das atividades do Bloco da Canalha, acabamos parando no Bar do Parque, onde fizemos outra roda de samba espontânea. Você inclusive estava conosco nesta. Como houve reclamação por parte da vizinhança, acabamos terminando a noite na Feira do Açaí, todos muito aborrecidos, é claro! Afinal tratava-se do famoso Bar do Parque, tradicional ponto de música e boemia de outros tempos!

Fabio Gomes - É verdade, isso foi na madrugada de 30 de junho pra 1º de julho de 2011, após a festa Som do Norte Abrindo o Verão, que eu promovi no Vitrola, com o Choramingando, Aninha do Rosário, Cacau Novais e Tábita Veloso.

Alexandre Pinheiro (sax) e Albert Cordeiro (Grupo Choramingando)
- Batucada de 13.7.11

Tony Leão - Deste dia em diante ficamos discutindo a questão dos espaços públicos e a ausência de iniciativas de ocupação cultural de lugares como o Bar do Parque. Na verdade o que percebemos é que a cidade tem uma série de atividades culturais e coletivos de cultura alternativa surgindo, mas pouco apoio de órgãos públicos. Na verdade às vezes temos até a oposição de certos setores que deveriam contribuir com a cultura e as artes na cidade.
O Bar do Parque neste sentido é um espaço muito importante por se tratar de uma local que é emblemático na história da cultura da cidade de Belém. Desde a década de 1960 aquele espaço foi um lugar de encontro de poetas, músicos, boêmios, militantes políticos de esquerda, estudantes, etc. Lá artistas como Fafá de Belém, Ruy Barata, Paes Loureiro, Alfredo Oliveira, Walter Bandeira e tantos outros ligados ao teatro, à música, à literatura etc., tiveram forte atuação. Era conhecido por ser também reduto de artistas e intelectuais opositores ao regime ditatorial imposto em 1964. Ou seja, é um espaço importante da memória política e cultural da cidade, mas que estava de certa forma esquecido.
Daí surgiu então a idéia de ocuparmos o Bar do Parque, fazendo um batuque um pouco mais organizado do que os primeiros. Como formávamos já um coletivo com vários grupos musicais e mais um bloco de carnaval resolvemos entrar em ação. Então convidamos todos os nossos amigos e começamos os batuques do Bar do Parque, que mais tarde receberam o nome de Batuques do Coletivo Canalha.
Pra darmos mais um clima contemporâneo e urbano passamos a alugar uma “bike-som”. Essas bicicletas munidas de caixa de som que fazem propaganda pela cidade, sobretudo nas feiras, nos bairros de periferia da cidade. Nada mais a cara de Belém do que isso! Símbolo de uma cultura de rua, popular, suburbana, etc. e representativa também das sonoridades do momento na cidade!
A estratégia é, assim, muito simples, plugamos instrumentos percussivos mais violões, cavaquinhos e voz, e instrumentos de sopro quando temos, na bike-som e iniciamos o samba ou carimbó. O espaço é livre e aberto, os artistas vão chegando e fazendo um som!

Cartolinha (ao violão) e o poeta Rui do Carmo (com o microfone)
- 6ª Batucada, setembro de 2011

Som do Norte - A Batucada se caracteriza por ser um evento totalmente aberto numa época em que muitos artistas só se mobilizam se tiverem algum projeto aprovado em edital público. Isso é muito legal, pela confraternização que gera, mas ao mesmo tempo deve ser algo que consome boa parte do teu tempo livre. O que te motiva a levar a Batucada adiante? Com que apoios contas para realizar este evento?

Tony Leão - Pois é consome muito tempo mesmo, mas não só meu, consome o tempo de todos, daí que é um coletivo! Na verdade esse clima coletivo, onde todos participam, todos podem chegar e tocar ou cantar, tanto que saibam obviamente, acaba sendo muito prazeroso a todos os participantes! Isso mostra que os próprios artistas têm interesse em fazer arte e cultura sem necessariamente estar atrelados ao mercado ou ao Estado.
Isso não quer dizer que sejamos contra, por exemplo, financiamento público para iniciativas como esta. Não temos nada contra, muito ao contrário, achamos, por exemplo, que os vários espaços da cidade poderiam ser viabilizados pelo poder público para a criação artística. Quantas praças da periferia da cidade, por exemplo, não poderiam ser usadas para oficinas de percussão, para saraus literários, dança, cinema ou outras formas de arte. Na verdade Belém já teve iniciativas interessantes como a Escola Circo que ensinava artes circenses para crianças em situação de risco social e oficinas de artes para crianças do lixão do Aurá. Eram exemplos interessantes de atuação do poder público em ações ligadas às artes.
Nos últimos tempos, todos esses projetos acabaram sendo sucateados ou mesmo desapareceram por falta de interesse dos gestores. Percebemos que surgem bandas de garagem todos os dias. Às vezes um incentivo mínimo como a liberação de um espaço público com um pouco de estrutura de som já poderia ser uma forma de fomentar novos grupos e artistas etc.
Mas independente disso, os movimentos culturais continuam ocorrendo, seja no centro, seja na periferia. Temos bois-bumbás, como é o caso do Boi da Terra no bairro da Terra Firme, que atua junto a crianças e juventude, fazendo oficinas, mobilizando a comunidade. Temos as quadrilhas juninas, as escolas de samba etc. A cultura popular e a arte estão vivas, mesmo quando não ocorre nenhum tipo de financiamento. Então não se trata de sermos contra a existência de projetos vinculados ao estado para favorecer as artes, apenas não ficamos esperando por isso, resolvemos fazer a nossa parte, resolvemos ocupar um espaço e fazer cultura!
Agora que dá trabalho isso dá, já dava quando era apenas o bloco de carnaval, com a batucada, que ocorre quinzenalmente, o trabalho aumentou. Mas estamos indo até onde der!

Gigi Furtado na 11ª Batucada - 25.11.11

Som do Norte - Além dos grupos fixos, como Choramingando, A Corda Bamba, Aninha do Rosário, já passaram pela Batucada artistas consagrados como Rosa Corrêa, Andréia Dias (SP) etc. É feito algum convite formal para estas pessoas, ou as participações se dão de forma espontânea?

Tony Leão - De fato temos alguns grupos que são, diríamos, a base estrutural das batucadas. Dentre eles temos o Bloco da Canalha, o grupo A Corda Bamba, que é um grupo de samba, o grupo Choramingando, que é um grupo de choro, artistas individuas, tais com Tommil Paixão, Aninha do Rosário, que também atua no A Corda Bamba. Fora esses, temos companheiros que sempre estão conosco, atuam na noite de Belém e aderiram ao movimento individualmente, tocando violão, percussão, cantando etc. São tantos que prefiro não citar nomes pra não cometer algum esquecimento. Temos parceiros antigos que também aparecem de vez em quando como o Boi da Terra, o grupo de poetas do Extremo Norte, e mais recentemente o grupo Sabor Marajoara, grupo de música regional, que tem se aproximado cada vez mais.
Por se tratar de um evento livre, ou seja, ninguém tem um contrato com a batucada, ninguém ganha cachê etc., sempre temos o risco de faltar alguém algum dia. Às vezes temos tantos artistas presentes que tem fila pra tocar e cantar e às vezes ficamos na correria pra chamar alguém que atrasou ou não veio! A imprevisibilidade faz parte do evento sempre!
Foras os grupos e artistas já citados passaram por lá também Adilson Alcântara, Rosa Corrêa, Andréia Dias, Gigi Furtado e vários outros.
Não convidamos ninguém em particular, geralmente atuamos nas redes sociais, sobretudo no twitter e facebook. Fazemos o evento e convidamos todo mundo, artistas e público. Já sabemos os artistas que com certeza irão, que já fazem parte do grupo, que só faltam se não puderem mesmo ir, e vez outra aparecem artistas que não conheciam, querem conhecer, gostam, cantam, voltam às vezes... Assim a gente vai levando!
Eu acho que a grande maioria dos músicos que participam mais efetivamente são artistas novos, uma galera que tá em pleno vigor e interessados em movimentar culturalmente a cidade, daí que se disponibilizam a participar de um evento que do ponto de vista financeiro não rende nada. Nosso ganho é puramente artístico e cultural e isso cria um clima muito legal entre as pessoas que estão assistindo e os artistas. Temos um clima bom no ar, parece que a cidade estava querendo isso, necessitando! Daí que um de nossos ditados é “não ganhamos nada, mas nos divertimos pra p...!”
A única coisa que ganhamos é a gorjeta do chapéu, que é passado em um momento, e é utilizada pra pagar a bike-som. O que sobra geralmente dá pra comprarmos água, refrigerante e algumas cervejas para os músicos.

Aninha do Rosário (com Thomaz Silva ao cavaquinho)
- 7ª Batucada, 30.9.11

Som do Norte - Tu também é um dos responsáveis pelo Bloco da Canalha, que poderíamos definir como a "entidade mantenedora" da Batucada. Inclusive, em função da proximidade da atividade principal do Bloco - o Carnaval -, a Batucada vai dar um tempo em fevereiro, não é? Nos fale da programação carnavalesca do Bloco, e da previsão de retorno da Batucada. Pode incluir os planos pra 2012, se já estiverem definidos.

Tony Leão - Faço parte de um grupo de pessoas que fundou o “Bloco da Canalha: a vil ralé que cospe no chão!” que já existe há 5 anos. O grupo que criou o bloco era na maioria amigos de universidade, quase todos do curso de história da UFPa, depois o grupo foi crescendo com pessoas que se agregaram. A idéia do bloco é basicamente fazer carnaval de rua, com samba, bois, poesia, concurso de fantasias, concurso de marchinhas etc. A sátira faz parte do bloco, já que o carnaval tem exatamente este aspecto de subversão da ordem. Então procuramos manter este aspecto crítico e ao mesmo tempo festivo do grupo.
Apesar de o Bloco não ser o criador da batucada, de certa maneira a origem do evento está ligada a ele, já que a proximidade dos vários grupos envolvidos decorre de nossa experiência nos carnavais anteriores, dessa experiência de 5 anos. Os grupos que compõem a batucada, todos se conheceram e ficaram amigos no contexto carnavalesco, digamos. Temos, assim, dois movimentos independentes, apesar de muito próximos!
Inclusive por essa proximidade é que teremos uma batucada dia 13, sexta-feira, no mesmo lugar de sempre (Bar do Parque), e depois daremos um tempo pra podermos nos dedicar apenas ao Bloco da Canalha, pra podermos colocar o bloco na rua.
Ou seja, teremos a Batucada dia 13 de janeiro, depois teremos eventos do Bloco da Canalha dia 22 de janeiro (concurso de marchinhas e feijoada), 5 de fevereiro (lançamento bloco, com samba, chorinho, boi etc.) e dia 12 de fevereiro (cortejo carnavalesco pela rua). Depois disso abrimos ala para outro bloco carnavalesco, o Mangal do Urubus, que tem atividade dia 19 de fevereiro. Como somos blocos parceiros nossas atividades terminam uma semana antes do Mangal! Todos esses eventos vão ocorrer no bar The Beatles (Cesário Alvim com Bom Jardim) na fronteira entre Jurunas e Cidade Velha!
Depois disso tudo, voltamos com as Batucadas, sempre às sextas, a cada 15 dias, no Bar do Parque. E outros eventos do bloco ocorrerão no decorrer do ano.
Pra quem quiser mais detalhes sobre nossos eventos basta entrar em contato pelo facebook no perfil do “Bloco da Canalha” ou no blog http://blocodacanalha.blogspot.com/ . Lá tem as informações, convites, datas, locais etc.

Som do Norte - O fato de o evento acontecer numa área aberta e central de Belém dá margem a fatos inusitados, como a presença eventual de moradores de rua e outras pessoas que geralmente não teriam acesso a uma programação como essa se acontece numa casa de shows ou num clube. Tem alguma história que você queira contar de algo inusitado que tenha marcado a Batucada nesse período?

Tony Leão - Temos coisas engraçadas e outras constrangedoras! Por exemplo, já tivemos casos de moradores de rua que ficaram, digamos, excessivamente à vontade em meio ao samba, talvez contagiados pelo clima carnavalesco, com as partes do corpo à mostra. Já tivemos dançarinos dos mais engraçados possíveis, quase fazendo coreografias de balé contemporâneo.
Mas o mais comum mesmo são os bebuns tradicionais da Praça da República, muitos querem cantar e tocar, outros querem dançar, mas todos sempre querem um trago de nossa cerveja ou cachaça!!
Algumas vezes acabamos também, sem querer obviamente, dando o microfone pra algum amigo ou conhecido que jura de pés juntos que canta bem e na hora H comete deslizes sonoros, digamos. Quando isso acontece temos que ter bastante jogo de cintura pra recuperarmos os microfones sem perdermos a amizade, né! Nós já percebemos que uma das características dos desafinados é que eles não sabem que o são. Mas como já dizia a canção, “os desafinados também tem um coração”, então temos que ter paciência pra tudo ficar no campo da amizade e diversão...
Mas de outro lado temos coisas muito legais. Por exemplo, tem sido comum as pessoas levarem suas cadeirinhas de praia e ficaram como se estivessem na frente das suas casas acompanhando o evento, num clima bem familiar até. Eu mesmo já tô pensando em levar a minha! Isso é muito legal, mostra que parte das pessoas da área gosta do evento, temos senhoras, às vezes até crianças presentes.
Já tivemos casos também engraçados, como na vez que a bateria da bike-som acabou e contamos com a solidariedade do poeta-amigo Ney Cohen, que gentilmente cedeu a bateria do seu carro. Fizemos uma gambiarra na hora e o show continuou. Teve a vez também que usamos a caixa de som do grupo Sabor Marajoara e tivemos que fazer uma ligação improvisada na tomada do Bar do Parque, porque o cabo era curto. Essa inclusive foi uma das batucadas mais animadas, ficamos até meia noite na festa. Sem contar a constante possibilidade da chuva, que em Belém pode cair a qualquer hora!!
Há um clima muito gostoso na verdade. Temos alunos universitários vendendo suas caipirinhas pra conseguir dinheiro pra congressos em outros estados. Temos a presença de militantes de movimento sociais, a exemplo do movimento Xingu Vivo, que aproveitam pra panfletar, mostrar suas reivindicações. Poetas populares vendendo seus cordéis! “Cabelo ao vento e gente jovem reunida”, com diria o poeta! Temos de fato um clima muito bacana e esperamos que continue assim por um bom tempo!

Última batucada de 2011, em 9 de dezembro

* As fotos foram retiradas dos álbuns de Mel Miranda no Facebook