Quando escrevi o texto O "Fim" do MySpace, publicado na minha coluna do Rockazine nº 2, que entrou no ar em 2 de maio, eu não tinha conhecimento ainda do projeto Para Entender as Mídias Sociais, uma iniciativa da minha conterrânea, a jornalista gaúcha Ana Brambilla., que fora publicado alguns dias antes Trata-se de um e-book coletivo que, como diz a própria Ana no blog do projeto,
"está longe de esgotar a amplitude do debate e dos conceitos que permeiam as redes de relacionamento, embora o título aponte para um 'beabá' - a fácil compreensão norteou o trabalho dos autores. Na busca constante - e talvez eterna - de avançar nesses entendimentos, é preciso que você continue o debate, crie novas perspectivas. Só assim este livro terá cumprido a sua meta."
No Núcleo Persona da obra, há o texto sobre Música, da jornalista e produtora paulista Kátia Abreu (à direita), que aborda tema semelhante ao meu, inclusive com uma avaliação muito próxima da minha a respeito de que o MySpace acabou provocando a própria decadência:
"Sua navegabilidade confusa e um sistema de busca nada amistoso permitiram pouco mais do que comentários postados nos perfis, o que acabou fazendo com que perdesse terreno para outras redes de relacionamento."
Depois de ler o que Kátia escreveu, descartei a ideia de revisar/aumentar meu texto, pois como apontou o músico rondoniense Ramon Alves no comentário que fez no Rockazine, faltariam ao menos Trama Virtual e Toque no Brasil - que Kátia menciona. Optei então por postar o texto de Kátia aqui, como imagem (você sabe, clicando em cima você amplia etc). Aproveite e conheça também o blog do e-book, onde você pode baixá-lo gratuitamente & na íntegra.
Na semana de lançamento do Auto do Círio a banda Filhos do Luar realiza o show Filhos do Luar, Entre o Sagrado e o Profano no teatro Claudio Barradas, dia 3 de junho, sexta, às 20h. O show contará musicalmente a vivência dos integrantes da banda na maior festa religiosa cultural paraense: o Círio de Nazaré.
Mantendo o perfil dos shows da banda, haverá intervenção teatral que ajudará essa “contação de história musical”, Dário Jaime será o ator convidado. As influências musicais que retratam a miscigenação de cultura, crença e religião, que estão presentes no Círio, compõem o repertório. As músicas autorais permanecem no roteiro musical, mas autores nacionais como Gilberto Gil e regionais, como Vital Lima, também estão presentes.
A mistura e convivência entre o sagrado e o profano no período do círio tornam a festa religiosa em popular e dão força para as demonstrações de fé. Os dois polos antagônicos são como o som do “Filhos” o tradicional e o atual.
História
A banda Filhos do Luar já tem dois anos de estrada. Iniciada na Fundação Curro Velho, por oficineiros, a banda é o reflexo do ribeirinho urbano: Regional Contemporâneo. O carimbó, a mazurca, o merengue, o boi e o tambor são a marcação, mas a presença da guitarra, baixo e bateria demonstram as influências atuais de uma juventude que caminha sem esquecer e que quer conhecer, cada vez mais, os mestres da cultura popular regional e nacional.
Ficha técnica
Vocal Principal: Jefferson Moraes Percussão e Beck Vocal: Roberta Brandão Guitarra: Diogo Craveiro Baixo: Ari Mauricio Violão: Johnny Craveiro Bateria & Percussão: Pauer Martins Bateria & Percussão: Wellerson Casablancas Percussão: Wellington Barreto
Colaboradores:
Luz: Nei Técnico de Som: Alan Barcela Intervenção Teatral: Dario Jaime Souza Fotografia: Leandro Moura
Ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).
Os ingressos para este show custam R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia), para homem; e R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia), para mulher. Para quem não possui Carteira de Estudante, a opção é o Ingresso Social, com o valor de meia-entrada acrescido de um quilo de alimento não-perecível.
O 8º PWM - A produção do festival já anunciou para este ano alguns nomes: Claustrofobia (SP), La Cecilia (TO), Darshan (DF), Canastra (RJ), Radiocarbono (GO) e Asteroid 66 (TO).
- Faremos a edição mais "misturada" do PMW. Teremos: Maracatu, Reggae, Dub, Trash, Heavy, Indie, Rockabilly, Salsa e Hip Hop - promete o produtor Gustavo Andrade.
Realizado em 2010, o documentário Soldados da Borracha conta a saga de seringueiros nordestinos e acreanos vivida entre o sertão, a floresta e a cidade, no Acre, no período da 2ª Guerra Mundial (em especial entre 1942 e 1945). O chamado "esforço de guerra" levou à produção em larga escala de borracha no Brasil, para suprir as frentes de batalha na Europa.
O filme, rodado em Rio Branco, Xapuri e Plácido de Castro entre junho e julho do ano passado, tem na trilha sonora três músicas do Caldo de Piaba: "Sborba" (do EP Volume Dois), "Lambada Nova" (que só entrou no Volume 3, que lançamos agora em maio; o filme usou o áudio de um vídeo que o Caldo gravou em São Paulo tendo participação especial do baterista Ppeu, do Mini Box Lunar, tocando guitarra - foi nossa Música do Dia de 13 de maio de 2010) e "Daimagem" (outra que entrou no Volume 3; a versão do filme é que foi gravada para a exposição A Imagem da Música, de Talita Oliveira).
O diretor Cesar Garcia Lima conta que esteve em Rio Branco em abril do ano passado para pesquisar as locações e aí ouviu o então recém-lançado Volume Dois. O que aconteceu?
"A música "Sborba" (nome de um antigo clube de Rio Branco, frequentado pela "velha guarda", e recentemente restaurado pelo Governo do Acre) me remeteu imediatamente ao filme, como um bolero pop em que o antigo rejuvenesce.", contou o diretor no blog do filme, no post Caldo de Piaba : trilha sonora entre a tradição e a novidade.
Soldados da Borracha estreou como Rubber Soldiers no dia 22 de maio em Austin, Texas, Estados Unidos, na seleção competitiva do 14th Cine Las Americas International Film Festival. Aqui no Brasil, ele passou na sexta-feira em duas capitais: no Rio de Janeiro, na 2ª Mostra Etnodoc, no auditório do Museu do Folclore Edison Carneiro, às 18h30; e em Manaus, na Mostra Etnodoc, no Palácio Provincial, às 19h.
A próxima exibição anunciada é na TV Brasil, a partir de 9 de junho. Aguardemos.
Assista o depoimento de Gaby Amarantos contando como a música transformou sua vida, e como a tem ajudado a transformar a vida de muita gente. As gravações aconteceram em Belém, sendo realizadas em parte no Ver-o-Peso.
Na 33ª edição do Femucic - Mostra de Música Cidade Canção, seis artistas do Norte - Alcyr Guimarães (PA), Antônio Zacarias de Lira (RR), Cley Luna (AP), Grupo Sapecando no Choro (PA), Ketlen Nascimento Gomes (AM) e Patrícia Bastos (AP) - irão cantar no total oito músicas (Patricia e Sapecando terão duas, cada um)(veja a relação das canções clicando aqui)
Embora o evento não seja competitivo, não deixa de haver uma disputa, em várias etapas. Primeiro, foram 800 inscrições para selecionar as 52 músicas que serão apresentadas no palco do Teatro Marista nos próximos dias 1º a 4 de junho. Dessas 52, apenas 16 entram no CD e DVD que será gravado ao vivo durante a Mostra. E quem escolhe? Segundo matéria publicada no site da Prefeitura de Maringá (PR), "uma comissão formada por técnicos e representantes da comunidade".
Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados na bilheteria do teatro a partir das 19h de cada dia.
O espetáculo abre em Belém as comemorações dos 350 anos de Santarém, a serem completados em 22 de junho.
No repertório, músicas de autores mocorongos, como Wilson Fonseca, Ruy Barata, Felisbelo Sussuarana, Pedro Santos, Sebastião Tapajós, Maria Lidia, Beto Paixão e outros.
Recebi ontem esta lindíssima foto (clique na imagem para ampliá-la), acompanhada da seguinte mensagem de minha amiga, a grande fotógrafa paraense Walda Marques:
"oi fabio, o cd do leonardo coelho de souza vai ser lançado em agosto, tem o contrabaixo e direção musical do nei conceição, na bateria lucio vieira. é um cd de musical instrumental brasileira. todas as musicas são de composição do leonardo. tem fotos em estúdio lá no rio onde rolou a gravação e tem fotos minhas que é essa que estou te mandando. beijos! se vc gostar divulgue, valeu!!"
No dia-a-dia de trabalhadores que vivem da agricultura familiar, em um assentamento rural, um grupo de crianças e adolescentes aprende de Beethoven e Chopin a Vinícius de Morais e Tom Jobim. Esse lugar é Bom Jesus, no município de Tartarugalzinho, norte do Amapá, palco de ensaio e apresentação da Orquestra Sinfônica Florescer, formada por filhos de trabalhadores rurais que começam a mudar seus destinos de futuros agricultores e descobrem a arte através da música. São 70 crianças de 8 a 17 anos que, na folga da escola, por algumas horas trocam a enxada por flautas e outros instrumentos de sopro e corda vivendo uma experiência nunca imaginada por nenhum dos moradores do assentamento.
A única pessoa que sonhou com o que hoje é realidade foi a enfermeira Íria Sá, que despertou nas crianças a curiosidade, e agora paixão, pela música instrumental, dando um outro sentido às horas que passam na improvisada escola de música. Íria trouxe para atualidade seu antigo gosto pela música que começou quando estudou piano, ainda adolescente. Ela, que trabalha no único posto de atendimento de Bom Jesus, cansou de ver crianças virando jovens e, ao terminar o ensino fundamental, se acomodarem sendo pais prematuramente seguindo a sina herdada de lavrador e dona de casa, sem qualquer perspectiva de mudança cultural e profissional.
Foi essa preocupação com a pobreza aliada à falta de opção que levou Iria a sonhar em mudar o destino das crianças. Era o início, há dois anos, da realização do sonho da Orquestra Florescer. O décimo-terceiro salário de Iria foi usado para que as flautas fossem compradas e a iniciação musical das crianças acontecesse com o que ela aprendeu nas aulas de piano. Conta Íria:
- Aos poucos fui conquistando os pequenos, despertando neles o interesse pela música instrumental, não foi fácil, todos sabem que em lugares onde moramos a preferência é por brega, melody e pagodes, o que não é proibido, mas hoje eles curtem também música clássica e MPB.
Casada e com três filhos saindo da adolescência, Íria os mandou para Macapá onde estudam e aprendem técnicas musicais na Escola Walkíria Lima. Nos fins de semana eles retornam para Bom Jesus e ensinam o que aprenderam para a mãe, que repassa aos alunos. Desde 2009 duas turmas foram formadas e hoje, os primeiros são responsáveis também por ensinar os mais novos:
- Todos estamos aprendendo, é uma via de mão-dupla muito importante, uma experiência única em uma vida educar o ouvido dessas crianças. Despertar nelas o talento e vê-las tocando não tem preço, me emociono de verdade.
A emoção não é particularidade de Iria, na primeira apresentação para uma platéia que não era somente de familiares, mas com autoridades como o governador Camilo Capiberibe, o prefeito de Tartarugalzinho, Rildo Gomes de Oliveira, e secretários, eles deram a mensagem emocionante (sic).
Foi durante uma ação inédita no interior do Amapá, que vem coincidentemente reforçar o trabalho de Íria, a inauguração da Casa de Cultura de Tartarugalzinho. Com espaço para aulas de artesanato, canto, dança e música, a direção pretende institucionalizar iniciativas como a de Bom Jesus, trazendo crianças e adolescentes para a Casa. Os pequenos músicos inauguraram o local vestidos com a primeira doação: as camisas. Empolgados, tocaram sinfonias famosas e se esforçaram no canto do coral, que desafinou com elegância e compreensão da platéia por conta da mudança de voz de alguns vocais. Do ensaio na única escola de ensino fundamental do assentamento, até agora essa foi a apresentação mais importante da Orquestra e conseguiu um feito especial, que é a admiração dos que os assistiam pela primeira vez e a garantia de apoio do Governo do Estado.
Um salto importante para quem não imaginava um futuro diferente da rotina de campo, enxada e feiras. A professora tem outro desejo além de mais instrumentos e uma sala acústica a conquistar, ela quer que os alunos que estão terminando a 8ª série tenham uma cama em casas de família em Macapá para que continuem o segundo grau e estudem música. Uma conquista aparentemente fácil para quem realizou um sonho que parecia impossível: formar uma orquestra sinfônica em um assentamento nas brenhas de Tartarugalzinho, um município que pode se tornar referência pela experiência em meio à invasão de modismos instantâneos que alucinam ouvidos desavisados.
Anote em sua agenda: a partir do dia 4 de junho, o coletivo Canoa Cultural, com o apoio do SEBRAE-RR, SESC-RR e Fetec, promoverá mensalmente o Marretada. O evento acontecerá no Espaço Marreta e será composto por oficinas, varal de fotografias, mostra de filmes independentes e apresentações artísticas. A programação começará sempre às 14h.
Confira as atrações do primeiro Marretada:
A partir das 14h: oficinas de violão, baixo, bateria, skate de dedo, stencil e formação e consolidação do conceito de cidadão multimídia por meio do uso de blogs.
Durante todo o evento: exibição do varal de fotografias “De TomaRRock a Canoa Cultural, a História de um trabalho Coletivo”.
A partir das 20h: exibição de filmes independentes
A partir das 21h: apresentações artísticas com Neuber Uchôa, JamRock e Líber Uchôa e os Makunaimanos.
O Skinni Rock Festival entra na reta final da sua programação. Nos próximos dias acontecerão vários eventos, entre eles O ESQUENTA SKINNI, POCKET SHOW NA UFRR e BAR RORAIMA MOTOCLUBE e a PRÉVIA SELETIVA que classificará a última banda a participar do evento principal no dia 11 de junho no SESC Centro.
A Prévia Seletiva acontecerá na Chopperia Chacrinha (Av. Nossa Senhora da Consolata – Centro) ao Lado da Confrontos Lan House e Espaço Domus).
VOTAÇÃO
A dinâmica de votação seguirá o modelo do “voto remunerado”. Durante a apresentação das bandas concorrentes, urnas de votação estarão disponíveis no balcão da Chopperia Chacrinha. Cada ficha de Chopp corresponderá a 1 (um) voto e no ato da compra do Chopp o cliente deposita a ficha na urna da banda que escolher e recebe seu Chopp Gelado. Ao final das apresentações a Produção do Evento juntamente com as bandas participantes contabilizará os votos e em seguida divulgará a banda vencedora da prévia.
BANDAS
Um total de 4 bandas participarão da prévia seletiva. Cada banda terá 40 minutos para se apresentar (incluindo a troca de instrumentos). A banda H.C.L fará uma participação especial como banda convidada.
PROGRAMAÇÃO
22:00h - ROLLING BONES
22:30h – INSERT ROCK
23:10h – MR JUNGLE
00:00h – ALTF4
00:40h – H.C.L
Além dos shows, a programação conta ainda com o sorteio de Chopps, Brindes e Ingressos do Festival para o público presente no evento.
Também haverá cobertura na rede, pelo twitter, facebook, e promoções na página do facebook do Festival.
As campanhas sociais do Festival também estarão acontecendo. O público que quiser colaborar com doação de alimentos e roupas para a Casa do Vovô e Abrigo Infantil da Prefeitura de Boa Vista pode levar os donativos que a produção do evento receberá no local. A doação de resíduos para a reciclagem (latas, garrafas de vidro, garrafas pet, copos plásticos, etc) também poderá ser entregue no local.
A Chopperia Chacrinha ainda conta com os serviços de wireless free para os clientes, um cardápio completo de petiscos, chopps variados, pratos executivos, tvs full HD, estacionamento próprio, 2 ambientes, e muita gente bonita.
Você conhece Delegado129? Eu também não sabia dele até ontem, quando ele postou este vídeo. Através do perfil de Delegado129 no YouTube, pude deduzir que ele é no mínimo um ouvinte atentíssimo a cena metal de Belo Horizonte, incluindo-se aí tanto shows de bandas locais quanto concertos que passem pela cidade - como a Noite do Metal que o Conexão Vivo promoveu no Lapa Multishow no dia 20 de maio, reunindo a mineira Eminence e a paraense Madame Saatan.
Neste vídeo, vamos assistir os primeiros nove minutos do show do Madame, que abre com uma faixa do novo disco, "Respira" (a mesma que, na semana anterior, teve clipe gravado em Belém, como noticiou sexta o blog da ProRock).
Patrícia Bastos, do Amapá, vem ganhando merecido destaque no cenário musical brasileiro, tornando-se uma das grandes intépretes de sua geração, fará nos dias 2 e 9 de junho de 2011 shows em Belém do Pará, no SESC Boulevard.
Há tempos Patrícia Bastos ensaiava apresentar-se na capital paraense com show solo. Ano passado a cantora esteve, ao lado de Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes, pela turnê SESC Amazônia das Artes, no show Timbres e Temperos. Agora, finalmente, a cantora poderá apresentar, na íntegra, músicas de seus dois últimos álbuns.
No dia 2 de junho, Patrícia Bastos será acompanhada de Floriano (violão e direção musical), Edgar Matos (piano), Adelbert Carneiro (contrabaixo) e Edvaldo Cavalcante (bateria). Na ocasião, o repertório passeará pela tradicional música brasileira, contando com composições que estão presentes no CD Sobretudo (2008). O cd contém diversos compositores paraenses como Leandro Dias, Marcelo Sirotheau e Jorge Andrade, ao lado de mineiros como Renato Motha, Carlin de Almeida e Mauro Mendes. O show terá participação do acordeonista acreano Chico Chagas e a violinista paraense Jade Moraes (integrante do grupo O Charme do Choro.)
No dia 9 de junho, será a vez do show Eu Sou Caboca. O show que já foi apresentado em várias cidades brasileiras, tendo sido registrado em DVD pelo prêmio Itaú Cultural, categoria mapeamento 2011. A direção musical e o violão são de Dante Ozzetti, contrabaixo de Du Moreira, sax e flauta de Bibi Tauá, percussão de Paulo Bastos e Trio Manari. Eu Sou Caboca – premiado pelo Projeto Pixinguinha 2008 – é um trabalho voltado para os ritmos da Amazônia, apresenta compositores como Joãozinho Gomes, Val Milhomem, Nilson Chaves, Zeca Baleiro e Celso Viáfora, revelando, com propriedade, um panorama dos batuques amazônicos. Nesta noite, Patrícia Bastos terá novamente como convidada Jade Moraes.
Ambos os shows têm entrada franca e começam às 19h. O SESC Boulevard fica na Av. Boulevard Castilhos França, números 522/523, em frente ao portão da Estação das Docas, Belém – PA.
No começo desta tarde, por volta de 13h30, recebi um telefonema de Macapá. Era Carlos Lobato, produtor executivo da cantora Juliele, que queria que eu tivesse o privilégio da primeira audição da música que a cantora gravou há uma semana no Rio de Janeiro: "Sonho Real", inédita de Luiz Melodia e Renato Piau.
Embora seja evidente que ouvir uma canção por telefone não é exatamente o ideal, foi sim possível sentir o clima romântico da canção, uma letra em que um eu-lírico feminino se declara a seu amado. O blues que seria o andamento original da música ganhou ares de bolero no arranjo do maestro Manoel Cordeiro. Tem tudo para ser um dos destaques do próximo CD de Juliele, que deve ser lançado em um mês, no máximo.
Depois de estrear neste dia no Teatro Cláudio Barradas, o show segue temporada nos sábados de junho no SESC Boulevard, sempre a partir das 19h, com entrada franca.
Em 1973, John Lennon passava por um dos momentos mais criativos de sua carreira desde o fim dos Beatles, porém seu casamento com Yoko Ono estava em ruínas. Cansado das brigas com a mulher, Lennon resolveu dar um tempo e se mandou de mala e cuia para Los Angeles. Essa momento podreira da vida do mais rock n roll dos Beatles, ficou conhecido como “Lost Weekend”, ou seja, “ O fim de semana perdido”. Festas, sexo, drogas, rock n' roll, jam sessions on the rocks históricas com David Bowie, o amigo de Fab Four Ringo Starr, Lou Reed, Elton John, Mick Jagger, Keith Moon (The Who), Harry Nilson, Alice Cooper e ainda deu tempo pra rolar uma treta com Phil Spector, o sequelado produtor que hoje curte umas férias enjaulado pelo assassinato da esposa. Um verdadeiro Rock n Roll Circus, que todo a banda que se preze gostaria de ter participado.
A banda Veludo Branco em ação na cidade de Manaus
Dada às devidas proporções a VELUDO BRANCO teve o seu “Lost Weekend” em Manaus, só que de maneira menos destrutiva. Duas semanas intensas de entrevistas (blogs, rádios e TVs locais), ensaio no Estúdio Garagem 30, dos músicos Augusto Nunes e Aline Castelo, ambos da Roodie, visita a loja de instrumentos musicais na zona franca, contatos com bandas da cena local (Marlon Lacerda da Evil Syndicate, Rafael Marques, Sweet Beer, Gabriel “Foca” Araújo, Roodie, AJ e Luiz Roberto, Coyotes Voadores, Markitto, Ed Ondo, hospedagem solidária no QG do Manifesto Rock, um churrascão com direito a piscina regado a breja gelada para benzer a brincadeira na casa de Eduardo Molotiesvski da Tudo PelosAres, e dois shows fodásticos na bagagem (sexta no Motorock Bar e sábado no show do Rock Rocket).
Motorock Bar – Sexta (06/05)
A chuva que caiu em Manaus na sexta (06/05), não apagou a vontade dos rockers locais em prestigiar o 2º show da VELUDO BRANCO na capital em 2 semanas. A banda subiu ao palco e fez um show de lavar a alma. Um rock n´roll autêntico e bastante entrosado com performances eletrizantes e set com os hits da banda, além de uma sequência de clássicos do rock, fez esquentar a galera. Um pequeno aperitivo para o prato principal que viria no sábado no show do Rock Rocket.
Veludo Branco - Especial Manaus - Parte 1
Show Veludo Branco & Rock Rocket
Quadra da Vitória Régia (07/05)
Um público considerado se fez presente a Quadra da Escola de Samba Vitória Régia para a apresentação dos paulistas do Rock Rocket. Punks, góticos, headbangers, rockers, riot girrrls, barraca com produtos das bandas, cerveja barata, enfim, uma atmosfera perfeita para uma noite de rock n roll envenenado.
A Bodó Produções está de parabéns pela organização do evento, que teve poucos contratempos e um cuidado extremo com as bandas que fizeram o pré-show da noite.
Já passava da 1h, quando a VELUDO BRANCO subiu ao palco da quadra da Vitória Régia elevando a temperatura da noite. A banda praticamente já faz parte da cena rock de Manaus e mandou uma munição pesada no set list que começou logo de cara com o novo single candidato a hit “Amor Bandido”, que foi cantada pelo público presente que veio para ver a comentada banda de Roraima nessas últimas duas semanas.
Em seguida vieram “Veludo Branco Rock n´ Roll”, “Ela Só Me Faz Delirar”, “Suave Veneno” e o hino da Veludo “Opala Branco”, com performances de palco digna de Keith Richards do guitarrista e vocalista Mr.Gonzo, acompanhado pela cozinha do inferno do baixista Mirocem Beltrão e o polvo Cesar Matuza, que literalmente deu sangue a frente das baquetas. Um show vibrante, com um barulho de estourar os amplificadores, que empolgou a galera, fazendo a malucada pirar perto do palco com rodas de pogo, gritos inflamados e pedidos de bis.
Veludo Branco - Especial Manaus - Parte 2
Quem foi a quadra da Vitória Régia, pode conferir o que uma banda precisa ter para fazer sucesso: Energia, performances incendiárias, carisma e talento dos músicos, a força das músicas e o principal de tudo, humildade com “H” pintado de ouro. Como disse Mr.Gonzo no final da apresentação: “Tá dado o recado”.
Veludo Branco está na trilha do asfalto e não vai parar !!!
Veludo Branco, Sandro Nine, Caio e Emir (Radio Vertical)
*Jornalista e Colaborador do Blog Roraimarocknroll
Manifesto Rock – Cuia Coletiva – Intera On Line – Projeto Riffs Desplugados
A Caravana da Música Popular apresenta neste final de semana shows de artistas de Belém (Mestre Curica e O Charme do Choro) e da região Sudeste do Pará (Pablo Belusso, William Barros e Del) nas cidades de Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá.
A Caravana teve início ontem em Parauapebas, na Praça Mahatma Gandhi; em Canaã dos Carajás no sábado, 28, na Praça da Bíblia; em Marabá no domingo, 29, na Orla da Cidade. Todas as apresentações são com acesso grátis (entrada franca). Esta é a segunda etapa do projeto; na primeira, em dezembro de 2010, a Caravana percorreu as cidades de Capanema, Tucuruí e Paragominas.
Nascido em Marituba há 60 anos, Mestre Curica é considerado um dos principais nomes do carimbó, sendo um dos fundadores do Grupo Uirapuru, que acompanhou Mestre Verequete durante décadas. Entre 2003 e 2008, integrou com Mestre Vieira e Aldo Sena o grupo Mestres da Guitarrada, com o qual gravou dois CDs e se apresentou na Alemanha e na França. Em 2008, criou novo grupo, Guitarradas do Pará, com o qual já gravou dois CDs.
O Charme do Choro (acima, em foto de Diego Xavier) é um grupo formado unicamente por mulheres, que se formou na oficina Choro do Pará, realizada na capital em 2006. O grupo já apresentou os shows De Bem com a Vida (2006) e De Tirar o Chapéu (2010) e participou de recital do violonista erudito Salomão Habib. Depois de tocar em Macapá, no ano passado, O Charme do Choro irá participar do segundo Terruá Pará, em São Paulo, em junho.
Pablo Belusso nasceu em Imperatriz (MA) e começou a carreira cantando em festivais em Rondon do Pará. Atualmente mora em Marabá. Lançou em 2010 seu primeiro CD solo, Poema Urbano (capa abaixo), que já vem sendo executado nas rádios de Belém e do Sul e do Sudeste do Pará, além do Paraná, onde esteve no começo do ano. As composições de Pablo Belusso são no estilo pop-rock e têm por tema o cotidiano das grandes cidades, o amor, as disputas no mercado de trabalho e as dificuldades da vida, algumas das quais inspiradas em fatos vividos pelo artista.
Morador de Parauapebas, Willian Barros (foto abaixo) é instrumentista, compositor e intérprete, dedicando-se aos estilos rock, MPB e rap. Há 11 anos vem desenvolvendo um trabalho musical no sul do Pará em cidades como Conceição do Araguaia, Redenção e Xinguara, apresentando-se em festivais de música, bares, escolas e universidades. Tem três CDs gravados.
Del nasceu em Picos, Piauí, e atualmente reside em Canaã dos Carajás. Sua música "Marli" tem sido muito executada na Rádio Arara Azul. No período em que morou em Araguaína, Tocantins, integrou a Banda Magnatas, com a qual tocou em vários eventos naquele estado. Já participou, como compositor, de diversos festivais da região, como o FECAM (Festival da canção de Marabá) e o Festival de Música de Parauapebas. No período em que morou em Araguaína, Tocantins, integrou a Banda Magnatas, com a qual tocou em vários eventos naquele estado.
O projeto Caravana da Música Popular é uma realização da MM Produções, coordenada pelos produtores Márcio Macedo, de Belém, e Angélica Nunes, de Parauapebas, tendo o patrocínio da Tim, Lei Semear, Governo do Pará e Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, e o apoio da Secretaria Municipal da Cultura de Parauapebas, Secretaria Municipal da Cultura de Marabá e da Prefeitura Municipal de Canaã dos Carajás.
A cantora Débora Vasconcelos é a atração da segunda edição do Território Livre, nesta quarta, 1º de junho, no Território Lounge Bar (Trav. Benjamin Constant, 1321, entre Braz de Aguiar e Nazaré - reservas: 91-3241-9868). No repertório, composições próprias e sucessos da MPB. O show inicia às 21h. Couvert a R$ 7.
Pra quem ainda não sabe: o Território abriu dia 5/5 no lugar onde até 2010 era o Relicário.
O segundo CD da amapaense Juliele começará a ser prensado nos próximos dias.
Logo após a gravação no final de semana passado no Rio de Janeiro, quando a cantora colocou voz no blues "Sonho Real", inédita de Luiz Melodia e Renato Piau, foram concluídos os trabalhos de mixagem e masterização, e aprontada a documentação para se encaminhar o disco para prensagem.
A previsão de lançamento, segundo o produtor executivo Carlos Lobato, é para final de junho ou início de julho.
Nesta quarta, 24 de maio, Jeanne Darwich se apresenta no Território Lounge Bar, na estreia do Território Livre. A cantora irá interpretar MPB, MPP, músicas francesas e, em especial, músicas do repertório de seu segundo CD, Voz do Sentimento, lançado no final do ano passado.
O Território Lounge Bar é uma das mais novas casas de Belém. Inaugurada no começo deste mês na Benjamin Constant, no local onde até 2010 funcionava o Relicário, o Território já é destaque entre as melhores opções noturnas na capital paraense. Para o espaço, o jornalista e produtor Fabio Gomes criou o evento semanal Território Livre:
- A ideia é que, além do público poder apreciar um show de qualidade a cada quarta, e ainda interagir pedindo músicas ou mesmo fazendo perguntas, os músicos que estejam presentes sintam-se à vontade para dar canjas ou fazer duetos com o artista convidado da semana; é este o conceito que levou ao nome Território Livre - explica Fabio, editor do blog Som do Norte.
Jeanne Darwich - Natural de Belém, Jeanne Darwich iniciou sua trajetória artística como bailarina; no Rio de Janeiro, onde morou por 9 anos, interessou-se pelo canto, o que a levou a estudar na Escola de Música Villa-Lobos. Seu trabalho final foi sobre a obra do compositor e maestro Waldemar Henrique. Em maio de 2000, voltou a Belém para montar um espetáculo com ritmos amazônicos, devido ao convite para representar o Brasil na Cari Fiesta, em Montreal (Canadá). Este espetáculo deu origem a seu primeiro CD, Em Canto Amazônico, lançado em 2005.
Em janeiro de 2011, lançou seu segundo disco, Voz do Sentimento, que tem por tema central o amor, em suas mais variadas formas - o amor sentimento, o amor correspondido, o amor abandonado e mesmo o amor em realizar desejos, como o de ir ao mar. Destacam-se a regravação de clássicos da década de 30 - "Sertaneja" (René Bittencourt) e "Noite Cheia de Estrelas" (Cândido das Neves), e a inclusão de um samba inédito de Paulo César Pinheiro, "Água de ouro".
Desde 2006, Jeanne organiza anualmente o evento solidário Mulheres com AVAO, que destina a bilheteria para a entidade que presta assistência a pacientes em tratamento de câncer no Hospital Ophir Loyola. Na edição deste ano, contou com as participações de Juliana Sinimbú e Gigi Furtado, além da convidada especial Zezé Motta - juntas, as quatro interpretaram "Andança" e "O que é, o que é", emocionando a plateia que lotou o Teatro Margarida Schivasappa neste sábado, 21 de maio.
SERVIÇO
Jeanne Darwich noTerritório Livre
Território Lounge Bar (Trav. Benjamin Constant, 1321, entre Braz de Aguiar e Nazaré)
O site AdNews publicou hoje o texto Vivo e Jota Quest lançam "A Música Transforma", sobre o concurso cultural que a Vivo irá promover para destacar talentos musicais de todo o Brasil. De acordo com o site, as inscrições abriram hoje e vão até 7 de junho, através da página da Vivo no Facebook.
Por enquanto, o que há no FB é uma página com chamada para aguardar maiores informações (você não precisa ter conta no Facebook para ver essa página), e um vídeo onde Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest, informa que artistas e bandas do Brasil poderão subir duas músicas através da página da Vivo no FB e, após seleção da Vivo e do Jota Quest, irão concorrer na votação online (que, segundo o AdNews, inicia em 15 de junho). Os vencedores irão participar de dois shows do Conexão Vivo e abrir um show do Jota Quest. À medida em que tivermos novas informações, iremos divulgá-las aqui.
Por ora, fiquemos com este clipe gravado pelo Jota Quest com participações de Gaby Amarantos (PA), Mestre Vieira (PA), Ilê Aiyê (BA), BaianaSystem (BA), Marina Machado (MG), Pedro Morais (MG) e Pereira da Viola (MG). As participações dos paraenses foram gravadas em Belém: Vieira na Estação das Docas, e Gaby ao lado do Forte do Castelo, na Cidade Velha. Gaby, aliás, comanda com seus improvisos o minuto final do clipe, convocando a galera:"É preciso jogar a mãozinha pro alto, sentir o batidão, balança esse chão..."
O Som do Norte orgulhosamente apresenta o novo EP do Caldo de Piaba, o Volume 3. Sim, eu sei, você deve estar estranhando, porque faz apenas dois meses que outro EP da banda acreana, o Volume Um, foi nosso Disco do Mês. O fato é o seguinte: em março, lançamos gravações de 2009 (os primeiros registros da banda, algo histórico já - tem coisas que só o Som do Norte faz pra você).
Agora em maio, trazemos neste Volume 3 gravações que os piabas fizeram na Oi FM (São Paulo), ao participar em 14 de fevereiro do programa Qualquer Coisa. Como normalmente tem feito, a banda aproveitou um compromisso agendado fora do Acre para expandi-lo em outras oportunidades e experiências - o convite era pra tocar no dia 11 na 16ª Mostra Pratas da Casa, com as melhores atrações que o SESC Pompeia recebeu no ano passado (moral, hein?)(Ao lado, Saulim no show do SESC, em foto Crewactive).
Hospedado solidariamente na Casa Fora do Eixo, o Caldo pôde ficar mais dias na paulicéia desvairada, tocando no dia 12 no Estúdio M ao lado de Daniel Groove e a Massa Rara. Dois dias depois, a ida ao programa, assim comentada pela banda no dia 19 de fevereiro em seu blog Piaba no Kombão:
"Outro compromisso na capital paulista foi a ida ao programa Qualquer Coisa, da Oi FM. Comandado por José Flávio Jr, Paulo Terron e Max de Castro, este podcast que virou programa de rádio é um bate-papo descontraído sobre... qualquer coisa (!), com direito a banda convidada mandando sons ao vivo. Na segunda, dia 14, foi a vez do Caldo ser a banda convidada. Entre o relato da infelicidade de termos a guitarra e o baixo roubados na cidade de Porto Velho, histórias sobre a composição da música Daimagem, e "ritmos rurais urbanizados" sendo incorporados em bandas jovens como tendência da música contemporânea, os apresentadores também comentaram temas como: o Grammy, o Grêmio, chuvas torrenciais em São Paulo, aposentadoria do Ronaldo Fenômeno, entre outras quaisquer coisas."
O programa pode ser ouvido online na íntegra no site da Oi FM.
Esta gravação já mostra o novo momento do Caldo, novamente como quarteto, agora com um percussionista. Três das músicas - "Daimagem", "Lambada do Rei" e "I Want You" - são as versões tocadas pelo Caldo ao vivo durante o programa. As outras - "Lambada Nova", "Lambada Classe A" e "La Ardillita" - a banda gravou depois para o arquivo da rádio. Do repertório próprio, além de nova versão para "Daimagem", música composta para ser a trilha sonora de uma exposição da fotógrafa Talita Oliveira, temos enfim o registro de "Lambada Nova", que a banda já toca em shows desde o ano passado. Nas releituras, além de enfim gravar uma dos Beatles (os improvisos sobre melodias dos Fab Four costumam ser ponto alto das performances ao vivo dos Piabas), há uma reverência a dois mestres paraenses da guitarrada, que é uma influência notória & confessa da banda: o clássico "Lambada do Rei", de Mestre Vieira, e "Lambada Classe A", de Aldo Sena. Completa-se a lista com um cover da banda peruana Los Destellos - bandas do Peru e da Bolívia, países que fazem fronteira com o Acre, participam com frequência do Festival Varadouro, em Rio Branco.
O SESC do Paraná divulgou a relação de 52 músicas que serão apresentadas na 33ª edição do Femucic - Mostra de Música Cidade Canção, no Teatro Marista, em Maringá, entre 1 e 4 de junho. Foram mais de 800 inscrições de 23 estados.
Seis artistas do Norte foram selecionados, num total de oito músicas:
Nesta sexta-feira, 20 de maio, Juliele viaja de Macapá para o Rio de Janeiro, onde irá gravar no fim de semana num estúdio na Barra da Tijuca a canção inédita que Luiz Melodia compôs especialmente para o segundo CD da cantora amapaense: "Sonho Real".
Com letra de Luiz Melodia e música de Renato Piau, "Sonho Real" é originalmente um blues, que ganhou aspectos de bolero no arranjo do maestro Manoel Cordeiro. A participação de Melodia na gravação, fazendo dueto com Juliele, foi descartada, já que o "eu-lírico" da letra é feminino.
Tão logo a gravação seja concluída, "Sonho Real" será mixada, e em seguida retomam-se os trabalhos de masterização do disco, que deverá ser lançado no segundo semestre deste ano.
A cantora Jeanne Darwich participou nesta quarta do programa Acústico Matéria Prima, na rádio Cultura (Belém). Ontem mesmo o Portal Cultura colocou no YouTube este vídeo em que, acompanhada pelo violonista Cristóvão Moraes, ela aparece cantando "Pardonner" (em francês) e "Negro Sol". Ela interpretou ainda "Minha Missão".
No programa, Jeanne falou do show Mulheres com Avao - Ano VI, uma iniciativa sua, cuja renda é toda doada para a Avao. O show acontece no próximo sábado, 21.
Além deste show, Jeanne participa hoje do espetáculo Conto de Areia - Tributo a Clara Nunes, de Gigi Furtado, e estará quarta, 25 de maio, na estreia do novo projeto semanal do Som do Norte, o Território Livre, no Bar Território (aguardem detalhes).
O FestCineamazônia - Festival Latino Americano de Cinema e Video Ambiental já está recebendo inscrições para sua nona edição que acontece de 8 a 12 de novembro próximo em Porto Velho.
Será aceita a inscrição de filmes (35 ou 16mm) nos gêneros Documentário, Ficção, Animação e Experimental até o dia 1º de agosto; os vídeos podem ser em qualquer formato com a duração de 1 a 26 minutos, no máximo. As obras com tempo superior a 26 minutos poderão, a critério da comissão organizadora, ser inscritas e exibidas nas mostras itinerantes dos bairros e cidades, fora de competição.
Uma modalidade também é dirigida aos profissionais de televisão que poderão participar apresentando trabalhos de vídeo-reportagem. Será a nona edição do Festival que já homenageou eminências do cinema, do teatro, da música e da literatura, como forma de reconhecimento de um trabalho que, de uma forma ou de outra, põe sempre em evidência a preservação do homem e da natureza.
No próximo mês de junho, o músico Yuri Guedelha irá fazer novamente sua já tradicional homenagem a Luiz Gonzaga. Neste ano, aproveita para demonstrar também sua admiração a outro mestre do forró, Jackson do Pandeiro. Agende-se:
Forró com Jackson no Gilson (homenagem a Jackson do Pandeiro) - Yuri Guedelha Convidados: Alan Sales,Arthur Nogueira, Bilão, Cleide Moraes, João Lopes, Junior Bambo e Pedrão Casa do Gilson 17/6, sexta, 22h R$ 50 (mesa)(antecipado a R$ 40)/ R$ 15 (individual)(antecipado a R$ 10)
São João com Gonzagão - Yuri Guedelha e Sarau Brasil Convidados: Anna Marçal, Cacau Novais, Chiquinho da Sanfona, Juliana Sinimbú, Léo Meneses, Malu Guedelha e Mariane Lima. Filha de Yuri, Malu tem 11 anos e é aluna do Conservatório Carlos Gomes, e estreia como cantora neste show. Teatro Gasômetro 26/6, domingo, 20h Ingresso: 2 kg de alimentos não-perecíveis, a serem doados à Casa do Menino Jesus
No sábado, 14 de maio, aconteceu em Marabá (PA) o I Festival Coletivo Poeira Rock, reunindo o cantor Ilo Machado (Marabá) e as bandas 16 Bits (Novo Repartimento), Prima Matéria, Teatro de Kimera e Belzeblues (todas de Marabá) e Sincera (Belém).
O festival foi tema de dois posts no blog do próprio Coletivo Poeira:
O blog dos fãs da Stereovitrola publicou na terça, 10, o curta Pororoca 2010, dirigido por Serginho Laus, que tem na trilha duas músicas da banda amapaense: "Canção para Syd Barret" e "Automóvel Verde".
Video Clip do Rap Nós na Prevenção é um Projeto de Prevenção ao uso indevido de Drogas, que sendo desenvolvido nas escolas, igrejas, tribos urbanas e distritos reibeirinhos e da BR de Porto Velho-RO, atraves da Coordenadoria de Juventude. O rap Nós na Prevenção cantados pelos Rappers Jac Remador e Mumu na Ativa, que já estão nessa caminhada à mais de 10 anos em Rondônia.
Esta foto de Lanne Prata foi a escolhida pelo blog Canoa Pop para representar o sucesso que foi o lançamento do Skinni Rock Festival, que aconteceu na Chopperia Chacrinha, em Boa Vista, na sexta, 13. O post é bastante sucinto, praticamente apenas registra o sucesso e remete à postagem de Victor Matheus, organizador do evento (e que aparece no centro da foto tocando guitarra, à frente de sua banda Veludo Branco) - falo do post publicado no blog Roraima Rock'n'Roll:SKINNI ROCK FESTIVAL: Uma revolução emergindo na cena rock roraimense?
Outros posts publicados no mesmo blog também repercutem o que foi a festa que deu início aos trabalhos do festival:
O leitor Hugo Uchoa comentou o show da Veludo Branco (que Victor omitiu de seu texto por motivos óbvios)
Um vídeo-documentário (abaixo) registra o que foi o lançamento, que teve, além da Veludo, shows da Johnny Manero (ex-Elvis From Hell) e Haadj. (veja o post original clicando aqui).
Juliele volta ao Rio de Janeiro na quinta-feira para retomar a gravação do seu segundo CD. O disco já estava dado como pronto, chegou a ter a mixagem finalizada no mês passado (o trabalho foi acompanhado de perto pela cantora e seu maestro, Manoel Cordeiro).
Mas uma oferta inesperada fez com que a a equipe mandasse parar o trabalho de masterização do álbum: ao participar do Baile Livre, Leve e Solto em Macapá, no último dia 7, Luiz Melodia encantou-se com a voz de Juliele, e ofereceu-lhe uma letra inédita, que foi musicada dias depois por Renato Piau, violonista de Melodia.
A nova canção será gravada no Rio para ser incluída neste segundo disco de Juliele. Ela deve ter no acompanhamento os violões de Manoel Cordeiro e Renato Piau, e - talvez - faça dueto com o próprio Melodia na faixa.
Outra novidade relativa ao CD de Juliele é que a fotógrafa Walda Marques concluiu no final de semana o ensaio fotográfico que será usado como base para o encarte do disco, cuja arte será feita pelo capista Luiz Katmandu, de São Paulo. É de Walda a foto que ilustra este post, mostrando Juliele no Baile Livre, Leve e Solto realizado em Belém no mês de abril.