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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Na Rede: Show de Euterpe em Cuiabá repercute


A recente apresentação, no domingo, 12, em Cuiabá do show Batida Brasileira, da cantora roraimense Euterpe, mereceu não apenas uma, mas sim duas resenhas. O fato, por si só, já seria digno de nota - via de regra, só tenho visto isto acontecer com grandes shows em São Paulo. Mas se tratam de dois textos diferentes, sobre o mesmo evento, escritos pela mesma pessoa.
  • A resenha Sensualidade brejeira, assinada por Martha Baptista, foi publicada pelo Diário de Cuiabá na terça, 16. Trechos: "Guardem bem este nome: Euterpe. Aos 26 anos, essa roraimense foi senhora absoluta do palco do Teatro do Sesc Arsenal no domingo (...). Cativou a plateia com sua voz afinada e bem colocada, e seus movimentos sensuais – de uma sensualidade brejeira, sutil, que remete a intérpretes do quilate de Carmem Miranda e, mais recentemente, Marisa Monte. (...) Quando todos já pareciam seduzidos pela naturalidade e simpatia de Euterpe, eis que surge uma surpresa no palco: o poeta Eliakin Rufino (...), produtor do CD e do show. Carismático e com forte presença cênica, Eliakin apresentou três poemas acompanhados da banda: “Cavalo selvagem”, “Luta e prazer” e “Capivara”. Este último contou com a participação da seleta plateia, que era convidada a “soltar a sua capivara” através de um grito (...) Euterpe, Eliakin e músicos provaram que Roraima tem muito a oferecer à cultura brasileira."
  • O outro texto foi publicado no mesmo dia no blog Cá entre nós - Divagações, reflexões e relatos de uma mente inquieta. Intitulado Batida brasileira, o texto tem mais clima de blog, sendo bem mais solto, a começar pela assinatura - é creditado apenas a Martha, sem sobrenome. Trechos: Estava com um pouco de preguiça de sair de casa, depois de uma caminhada gostosa no Parque Mãe Bonifácia, mas fui. Ainda bem. Assisti a um dos show mais surpreendentes da minha vida. (...) Não conhecia Euterpe até sexta-feira passada quando pesquisei sobre a cantora roraimense para escrever uma matéria para o caderno Ilustrado do Diário de Cuiabá.(...) Valeu a aposta. (...) Euterpe é maravilhosa: canta bem, é comunicativa, simpática, e tem uma expressão corporal fantástica, super sensual. Eu disse sensual e não sexual. Portanto, esqueça qualquer coreografia apelativa e vulgar. (...) A outra surpresa da noite ficou por conta de Eliakin Rufino, parceiro de Euterpe, poeta roraimense e diretor artístico do show. Ele recitou três poemas fortes acompanhados da banda. (...) Antes de apresentar o último poema, Eliakin pediu a participação do público que deveria soltar sua porção capivara, emitindo o grito do animal acuado pelo caçador. (...) Confesso que minha capivara saiu meio tímida, inibida, porém algumas pessoas se soltaram mais e os resultados foram boas risadas e a sensação de comunhão entre artista e plateia. A foto que acompanha o texto foi gentilmente cedida por Flávia Leite.

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