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Quem encerra o ano em alta é a banda paraense Projeto SIM, lançando o primeiro single e com novos integrantes. Roberto Bino (violão/banjo/voz), Rennan Silva (guitarra) e Peterson Bentes (bateria) vieram se somar aos dois únicos remanescentes da formação original, Ariel Andrade (baixo/voz) e Thiago "Amaral" (guitarra/voz). | Reações: |

No começo de dezembro, a cantora e compositora Elisa Maia teve aprovado pelo Proarte (Programa de Incentivo à Arte do Governo do Amazonas) seu projeto de gravação do primeiro CD solo. O disco já tinha sido contemplado no edital de Microprojetos na Amazônia Legal, da Funarte. Recursos garantidos, o projeto está em fase de planejamento, feito por Elisa em conjunto com Caio Mota, do Coletivo Difusão. A gravação deve iniciar em fevereiro de 2011, com lançamento previsto para outubro. Elisa pretende contar com um produtor do Sudeste que tenha afinidade com seu som - onde, para citar suas palavras, "o samba, o funk, o reggae, o dub e o rock se misturam sem preconceitos, criando uma identidade única e inesperada." 
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Na região Amazônica e especialmente no Pará, a fama dos guitarreiros e percussionistas cresce a cada dia. O paraense Marco André, inventor do guitanjo, instrumento construído a partir da sonoridade do banjo de carimbó somado à guitarra elétrica, também transita naturalmente por este universo. Artista dos mais inovadores na mistura dos beats eletrônicos com tradicionais ritmos brasileiros, especialmente os do Norte, em janeiro estará à frente do projeto Planeta Amazônia, fusão de diversos mundos sonoros formados a partir das experiências realizadas ao longo da carreira.
"CaBloco Muderno" também é o nome do bloco idealizado pelo paraense, cuja raiz é a cena contemporânea amazônica. A estreia do bloco nos palcos do Rio será no dia 29 de janeiro, dando uma amostra da pegada nortista de sua bateria, colocando curimbós, barricas e caixas de marabaixo para pulsar junto a surdos, tamborins, repiques. No comando da parte rítmica estão dois expoentes da percussão brasileira: Robertinho Silva (responsável por fundir a carioquice com a linguagem cabloca, com anos de trabalho junto a João Donato) e o Trio Manari, especialista nos ritmos amazônicos. A harmonia será incumbência do líder da Orquestra Crioula, o carioca Humberto Araújo - saxofonista e arranjador especializado em ritmos do cotidiano do Rio como choros, jongos, sambas. Cantor, compositor, arranjador, instrumentista e produtor, Marco André despontou no Brasil depois da gravação da música ‘Meu bem, meu mal’ de Caetano Veloso, trilha de abertura da novela de mesmo nome produzida em 1990 pela TV Globo - a música era uma faixa do seu LP de estreia, Olhar e segredo (Warner/Continental). Seu segundo disco saiu em 2002: a coletânea Marco André 20 anos, incluindo “Terra à Vista”, com a qual Marco se apresentou no Festival da Música Brasileira promovido pela Globo em 2000.
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Por Mariléia Maciel
O bairro do Laguinho, Zona Norte de Macapá, prepara a festa de fim de ano mais tradicional da capital amapaense. É o Banco da Amizade que completa 39 anos no dia 26 de dezembro e será festejado com muita música, fogos, dança, samba, marabaixo e batuque, como sempre foi desde o início. Localizado na rua General Rondon, próximo ao Centro de Cultura Negra, o Banco reúne todos os anos centenas de pessoas de todos os bairros para a programação que inicia às 6h e encerra à meia-noite.
A festa do Banco começou da comemoração, no antigo banco de madeira, do batizado de um neto do mestre Sacaca com sobra de comida e bebida do Natal dos moradores da redondeza. Antes era feita uma “blitz” pelos participantes que arrecadavam dinheiro para a compra de vinho que acompanhava o churrasco do boi, fruto de doação. Os garrafões vazios eram pendurados na mangueira. Hoje a tradição continua, porém sem a contribuição dos passantes, uma vez que muitos moradores e empresários colaboram, e as garrafas não ficam mais penduradas na árvore.

Batuque
A festa começa logo cedo, às 6h, com a alvorada de fogos e início dos preparativos para o grande almoço que é servido a todos. Os pioneiros e novatos, que ainda moram no Laguinho ou não, participam do futebol que é jogado na quadra da escola Azevedo Costa, numa competição de gerações. O almoço é servido às 13h com uma farta mesa de churrascos e caldos que fica posta até o fim da tarde. Às 14h iniciam as apresentações no palco armado no meio da rua.

Marabaixo
- Este ano é muito importante pro bairro, estamos vivendo uma renovação cultural no Laguinho, unindo gerações e movimentando a comunidade, o Pagode Vip que ajuda os moradores do Poço do Mato completou um ano, a Festa do Tambor que comemora a criação oficial do Laguinho será feita novamente, tem o ciclo do marabaixo e o Encontro dos Tambores que são festas de reencontros e formação de novas amizades, é isso que dá vida ao Laguinho - comemora Dô Sacaca, da coordenação.
Para o próximo ano, quando o banco completa 40 anos, a coordenação pretende inaugurar um monumento no local.

Programação
06:00 – Alvorada de fogos
10:00 – Futsal – Quadra do Azevedo Costa
12:00 – Cobertura Sonora
13:00 – Almoço
14:00 – Grupo Sensação do Samba
17:00 – Marabaixo do Artur
18:00 – Bateria da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho
19:00 – Raízes do Bolão – Batuque
20:00 – Grupo Raimundo Ladislau – marabaixo
21:00 – Sambarte
24:00 – encerramento
As fotos deste post são da festa de 2009

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Serviço
Lia Sophia-Show Acústico e Timbres & Temperos
Local: Armazem Beer (Presidente Vargas entre Hamilton Silva e Manoel Eudóxio)
Data: 28 de dezembro (terça-feira)
Hora: 21h
Mesa: R$ 80,00
Individual: R$ 15,00 (antecipado: R$ 10,00)
Informações: 96-9913-1818/ 9129-2550
O primeiro CD de Pablo Belusso, Poema Urbano (cuja prévia você ouve clicando aqui), já está à venda em Belém. Você o encontra nas lojas Ná Figueredo, nestes dois endereços, ao preço de R$ 15:| Reações: |

SERVIÇO:
Show Juliele In Luzes
Local: Casa de Chorinho
Hora: 22:00
Mesa: R$ 60,00
Individual: R$ 15,00
Onde comprar: Bancas do Dorimar e Ceará, Sorveteria Jesus de Nazaré, Norte das Águas


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Entrou no ar nesta semana o Rockazine, uma publicação online (que também terá versão impressa) que visa destacar o novo cenário musical independente brasileiro. A iniciativa é da jornalista paulista Karina Francis, que já falou aqui no Som do Norte sobre seu projeto. O Rockazine destaca uma banda de cada região do país. A escolhida do Norte foi a Boddah Diciro, do Tocantins. Clique sobre a imagem para ampliá-la.

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Três na Folia leva o som dos antigos carnavais ao Pelourinho e homenageia grandes nomes da música brasileira
Projeto colocou o público para dançar e cantar ao som de composições eternizadas
O Largo Pedro Archanjo ficou pequeno diante de tanta música, dança, luzes e animação na noite de ontem, 09, às 21h, quando três cantoras dividiram o palco e esbanjaram talento. O projeto Três na Folia, que faz parte da agenda Tô no Pelô e está sendo promovido pelo Governo do Estado da Bahia, através do Programa Pelourinho Cultural, ligado à Secretaria de Cultura (Secult-Ba) e ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), levou o trabalho das cantoras Cláudia Cunha, Sandra Simões e Manuela Rodrigues a uma plateia saudosa da música dos antigos Carnavais. O projeto continua ainda nos dias 16 e 23, no Largo Pedro Archanjo, sempre às 21h.
Durante os preparativos antes do show, as artistas explicaram a finalidade do projeto. “Nós queremos levar para o palco esse conceito de música do carnaval que traz um lado lúdico, com humor e brincadeira. Essa folia no sentido mais amplo. Nós estreamos no trio da Secult-Ba (Secretaria de Cultura da Bahia) no início de 2009, e já participamos do carnaval de 2010”, revelou Manuela Rodrigues.
Mesmo tendo carreiras separadas e paralelas ao projeto Três na Folia, o diretor musical do espetáculo Jarbas Bittencourt disse que a união das três artistas é realizada de forma harmônica e magistral. “Quando elas se juntam, se enxerga a individualidade, a personalidade de cada uma, mas também essa junção acaba gerando uma quarta coisa, um quarto talento”.
Conforme as artistas foram subindo ao palco, uma multidão começou a encher a pista e a dançar animadamente. A abertura se transformou em uma homenagem a Carmen Miranda com as músicas South American Way, Pra Você Gostar de Mim e Chattanooga Choo Choo. Após o tributo à Pequena Notável, as cantoras, donas de um carisma marcante, saudaram os presentes.
E com a mesma irreverência vista anteriormente, o trio começou a canção Le Fudez Vouz, do compositor Dito, imortalizada pela banda As Frenéticas. Nesta hora, todos acompanharam os passos da coreografia improvisada no palco. A música recebeu um toque especial com a guitarra baiana e uma chuva de confete prateado caiu na plateia relembrando os tempos quando era elemento indispensável em todos os carnavais.
A canção Como Vovó Já Dizia mostrou a versatilidade das cantoras, ao interpretarem a música composta por Raul Seixas. Na sequência, a composição Quem Te Viu, Quem Te Vê, de Chico Buarque, fez o público cantar com as artistas. A música de Tom Zé Quando Eu era Sem Ninguém finalizou a homenagem às canções do passado.
Para a adepta das músicas carnavalescas Gal Guimarães, o espetáculo só provou o talento de todos os músicos envolvidos. “Eu já conhecia o trabalho das três. Eu acho o show maravilhoso, muito bem bolado, e muito bom. A seleção de músicas que elas fizeram, inclusive a parte autoral, foi muito boa. Eu acho excelente que a gente tenha esse tipo de show no Pelourinho. É muito bom que o estado promova esse espetáculo gratuito, de excelente qualidade, e que as pessoas gostam”. Segundo Eduardo Taveira, um apreciador dos carnavais antigos, “música de carnaval não sai de moda. É bom ver um repertório bem escolhido como esse”.
As cantoras fizeram ainda um tributo todo especial ao grande compositor Gordurinha através da música Baianada. O encerramento do memorável show ficou com a medley das músicas Mulata Bossa Nova de João Roberto Kelly e interpretada pela grandiosa Emilinha Borba, Le Fudez Vouz e O Que é Que Essa Nega Quer de Luiz Caldas. As cantoras desceram do palco e interagiram com o público que já fazia um grande carnaval na pista de dança.
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