
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Agenda Pará: Esquenta Eco Rock

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Na Rede: Revistas Musicais do Amapá
O escritor e compositor Fernando Canto mantém a saudável prática de reproduzir em seu blog os textos que publica na imprensa de Macapá, destacando-se a coluna "Canto da Amazônia", que sai às sextas n'A Gazeta. No domingo, entrou no ar a coluna da sexta, em que um dos temas foi a nova revista Alé, com informações musicais e folclóricas, lançada pela banda Placa, ativa desde 1984. Na foto ao lado, o cantor e compositor Carlitão, um dos fundadores da banda. | Reações: |
Agenda Pará: Projeto Invasão Caipira

- Veja no blog da banda como foi a 2ª edição do evento, em 24 de abril, na cidade de Capanema, onde moram os DDTs. Os convidados foram as bandas Octoplugs, Os Timbiras, Codex e StereoScope e a cantora Ana Clara (foto).

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domingo, 30 de maio de 2010
Entrevista Especial: Felipe Cordeiro
Na quinta-feira, dia 27, abri o Rapidola dizendo que a entrevista que o jornalista Sidney Filho fizera com Felipe Cordeiro era leitura obrigatória. Tanto pelo registro da trajetória percorrida até agora, quanto pela explanação de suas idéias sobre música em geral e paraense em particular. Verdade seja dita: de poucos compositores da atual geração pode se afirmar que estão construindo uma obra, onde se pode identificar um projeto musical coerente e significativo, como Felipe está. Basta dizer que, das 41 canções que selecionei entre as mais destacadas de 2009 para concorrerem a Música do Ano, faziam parte da lista nada menos que 5 de sua autoria. Três só suas: "À Sua Maneira", que obteve a 4ª maior votação, "Sei Lá" e "Tambor de Luz"; e duas em parceria - "Um" (com Joãozinho Gomes e Marcelo Sirotheau) e "Vamos" (com Jorge Andrade). A leitura, além de obrigatória, não admite picotes - merece ser fruída na íntegra. A publicação original aconteceu no próprio dia 27, na nova casa do blog Ver-o-Pop - a Ecleteca.Fabio Gomes - 30.05.10
Felipe Cordeiro representa um dos grandes compositores da Música Paraense. Cheio de ideias e pronto para novas aventuras musicais, ele concedeu essa entrevista especial, na qual conta vários detalhes da carreira dele.
Contatos
(91) 81578051 – 32381227
felipecorda@gmail.com * felipeserracordeiro@yahoo.com.br * www.twitter.com/felipecorda * felipecorda@hotmail.com (msn)
Como, quando e por que começou a se interessar por música? E quais foram as tuas primeiras experiências como músico?
Desde muito cedo. Meu primeiro ídolo foi Michael Jackson, imitava todos os passos do videoclipe “Bad”, isso com meus quatro anos de idade. Mas acho que era algo que me impressionava, ainda não tinha consciência daquilo como uma arte. Acho que isso aconteceu com meu segundo ídolo Raul Seixas e depois com Chico Buarque, nunca me esqueço a primeira vez que ouvi as músicas “Mosca na Sopa” e “Construção”. Meu pai (Manoel Cordeiro) me mostrou a segunda e chamava minha atenção para o arranjo, passei a ouvir intensamente esse disco todos os dias. Mas o negócio foi se tornando mais sério quando entrei na Escola de Música da Ufpa aos 10 anos, lá estudei e fiz as primeiras apresentações, nos concertos de piano e nas apresentações da Orquestra de Bandolins da Ufpa, liderada pelo Luiz Pardal. Logo em seguida vieram os primeiros festivais de música popular, o primeiro que participei foi em 2000, quando eu tinha 16 anos, neste mesmo ano vieram os primeiros prêmios, o que foi algo importante. Acho que os festivais que participei nessa época (2000/2002) foram as primeiras coisas profissionais que fiz.
Você está sendo considerado como um dos grandes compositores da música paraense. Como é o teu processo de criação? E como você percebe, que uma música tem mais a ver com um intérprete?
Já tive um processo mais organizado, no começo era assim, eu tinha dificuldade de fazer alguma coisa que eu achasse boa, então eu era lento e organizado, justamente pra não poder dar muito errado, já que não ficaria do jeito desejado. Hoje, com a liberdade que a técnica proporciona, com um maior amadurecimento artístico e intelectual, fica mais fácil. Posso fazer uma música a partir de um texto poético (componho assim com o poeta Dand M e Jorge Andrade) ou a partir de uma melodia, uma linha de guitarra ou ainda uma levada de violão, posso fazer a letra. Hoje é assim, compor é como assoprar. Muito mais natural e intuitivo (com a técnica já absorvida). Embora não me considere um intérprete no sentido tradicional do termo, hoje não tenho mais essa dependência (que já foi muito boa e fecunda) dos cantores, no sentido de que, de um modo geral, não faço mais música pensando em outra pessoa, já fiz muito isso. Acontece de eu fazer música por encomenda, aí penso na voz de determinado cantor. Quando eu só compunha, ficava pensando que cantor caberia melhor naquela música, seja pela voz (instrumento vocal), pela sensibilidade (vibração), coerência estética.
Como você analisa o cenário da música paraense atual e também da música brasileira? E quais são os principais destaques em ambos?
Publiquei no blog do projeto Massa Grossa (http://www.estudiomassagrossa.blogspot.com/) (que desenvolvo com Pio Lobato, Ana Clara e Vovô), um texto chamado Dias Quentes, no qual me debrucei justamente num olhar sobre a música feita no Pará de hoje. Nesse texto eu não comento a cena, mas sim busquei fazer considerações sobre aspectos da estética da música contemporânea paraense, como a relação do calor com a liquidez, seja nos ritmos dançantes, híbridos; seja nos conceitos, intensos, anárquicos, capazes de elevar à estética Kitsch, por exemplo, a outro patamar, isto é, um vetor de transformação. A meu ver eis o ponto onde a música feita no Pará hoje se diferencia de um modo geral, das demais feitas no Brasil. Em outras palavras, vejo que a música do Pará hoje, talvez pela primeira vez na sua história, dialogue criativamente com a música contemporânea do mundo sem nenhuma dificuldade, aliás, muito pelo contrário, já que aquela é linha de frente desta. Isso porque, diferentemente de outras épocas, em que tudo era muito embrionário e isolado (um compositor aqui e outro ali, uma experimentação aqui e outra acolá), hoje já existe uma consciência de que existe uma estética nossa, um caminho aberto para a experimentação singular que a “floresta sonora” nos oferece. Acho que o Pio Lobato é uma peça chave no entendimento dessa história recente da música contemporânea paraense, identifico, sobretudo, no trabalho que ele fez com os Mestres da Guitarrada, algo de primoroso que radicalizou conceitos e consolidou (na idéia) uma estética sui generis que superou a dicotomia entretenimento/arte ou ainda kitsch/cult. Não foi a música que mudou, mas a idéia, o olhar. Acho que o som que o pessoal do Casarão Cultural Floresta Sonora (Juca Culatra, Metaleiras da Amazônia, Jungleman e MG Calibre) é interessantíssimo também, cheio de inventividade e ousadia. Destaco ainda Paris Rock, Arthur Nogueira, Coletivo Rádio Cipó, Projeto Secreto Macacos, Madame Saatan, Clepsidra, o trabalho recente da Iva Rothe e da Lia Sophia, como sendo momentos bem marcantes dessa produção atual. A música brasileira está num dos melhores momentos da sua história. A produção independente, do Amapá ao Rio Grande do Sul, surpreende pelo talento, diversidade e, sobretudo, algo que considero muito saudável, um desapego deliberado por uma música nacionalista. É como no cinema, os brasileiros precisaram (meados dos 60/70) se ver, se enxergar, isso nunca tinha acontecido antes do cinema novo, foi uma revolução. Passado esse momento o nosso cinema precisou expandir suas possibilidades estéticas, nós brasileiros tínhamos de experimentar maneiras de nos ver, inventar, despegar-se das tradicionais. Hoje é possível ver um filme do Heitor Dalhia e ele não ter nada, aparentemente, de nacional. E mesmo no que se faz em Pernambuco no cinema hoje é genial, aliás, como a música, eles encontraram uma estética, um desenho que tem um traço muito singular e definido. Sou admirador profundo, por exemplo, do Cláudio Assis, e lá tem traços fortes do cinema novo, mas reinventado, livre dos excessos nacionalistas. É isso que também ocorre na música brasileira. É o que vejo na música do Fernando Catatau, do André Abujamra, do Capilé, da Karina Buhr, do Kiko Dinucci, do Dante Ozzeti, do Cérebro Eletrônico, entre tantos outros grupos e artistas.
Quais são os teus novos projetos?
Estou produzindo o KITSCH POP CULT, o primeiro disco que me mostrou além do compositor. O que posso dizer por agora é que é inspirado no Alípio Martins e no Arrigo Barnabé. No mês de junho, julho e agosto, estarei me apresentado com um show já inspirado no CD em Belém e no interior do estado (Castanhal e Marabá) pelo projeto Conexão Vivo. Dia 16/6 farei no Acordalice Café um show pra mostrar um pouco desse som. Estou fazendo um trabalho em parceria com o Pio Lobato, a Ana Clara e o Vovô no projeto Massa Grossa, em breve a gente vai tocar e mostrar o que a gente anda inventando na garagem (do Pio), embora isso já esteja registrado (algumas coisas) no nosso Blog. Estou também na fase de pré-produção do cd da cantora Aíla, um trabalho que acho que vai render bons frutos, já que ela, apesar do pouquíssimo tempo de carreira (dois anos) já começa a apontar para um lance muito legal. No mais tenho meus trabalhos com o teatro que são revigorantes e se traduzem sempre num grande aprendizado.
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sábado, 29 de maio de 2010
Música do Dia: Bem Musical
Me faltam as palavras para expressar a satisfação e a felicidade em que estou devido ao sucesso do lançamento que fiz ontem aqui do single de "Quando o Samba Acabou", clássico de Noel Rosa numa fantástica releitura de Juliana Sinimbú e Pio Lobato.
Além da grande repercussão no Goear, onde ocorreu a primeira postagem, lançamos o áudio também no nosso MySpace, e na capa do site Brasileirinho - onde, aliás, relembrei em texto publicado hoje que esta não é a primeira vez que lanço single de Juliana.
Já em março do ano passado, quando este blog ainda não estava nos meus planos, publiquei na Rádio Brasileirinho o áudio de "Bem Musical", regravação dela para a música-título do primeiro CD da banda Clepsidra, de 2004. É esta mesma que você ouvir e a partir de agora também baixar aqui - ontem mesmo Renato Torres autorizou o download.
JULIANA SINIMBÚ
" Bem Musical" (Renato Torres - Maurício Panzera)
com Banda Clepsidra
Data da gravação: 21/12/2008
Lançamento: março de 2009
Baixe a música
Oportunidade Brasil: Prorrogada votação do Prêmio Multishow!
Foi prorrogado o prazo de votação online no Prêmio Multishow 2010! O prazo inicial acabaria em 22 de maio, mas nesta semana foi estendido até 14 de junho. Não foram anunciadas novas datas das etapas seguintes, em que será aberta nova votação, para os que receberem maior número de votos na atual fase. Este "segundo turno" começaria na quinta, dia 27, e iria até 22 de agosto.

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sexta-feira, 28 de maio de 2010
Música do Dia: Quando o Samba Acabou
A Música do Dia desta sexta é um lançamento exclusivo Som do Norte - uma versão de "Quando o Samba Acabou", de Noel Rosa, que Juliana Sinimbú recentemente gravou com Pio Lobato e seu projeto Massa Grossa. A gravação é recente, mas o convite de Pio a Juliana para darem nova roupagem a este clássico já tem algum tempo - foi, por exemplo, mencionada na entrevista que fiz com a cantora em 13 de setembro de 2009 (Diz Aí: Juliana Sinimbú).
JULIANA SINIMBÚ E MASSA GROSSA
" QUANDO O SAMBA ACABOU" (Noel Rosa)
Ficha técnica:
Agenda Macapá: Lia Sophia lança cd Amor Amor

Serviço:
Show Amor Amor, com Lia Sophia
Local: Casa de Choro Ceará da Cuíca
Data: 29 de maio
Hora: 23H
Mesas: R$ 80,00.
Individuais: 25,00
Postos de venda: Sorveteria Jesus de Nazaré e no local do show.
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Agenda Manaus: Zeca Torres (Torrinho)
Zeca Torres, o Torrinho faz show Acústico, com convidados, no Fino da Bossa (Estrada da Cidade Nova, Trav. São Judas Tadeu, nº 3 - Flores) na quarta, dia 2 de junho, véspera de feriado, a partir das 23h. Zeca toca violão, Bernardo Lameira, baixo, e Kenisson Ribeiro, percussão. O couvert artístico é de R$ 7.
Ouvimos: Aparecida - Iva Rothe
Assim como a filosofia transcende o filósofo, pois se estende para além dos limites da sua vida e permanece como um sistema aberto em contínuo movimento, a música também ultrapassa o músico, ao ponto de me autorizar a dizer, na esteira do escrito que ganhei do poeta Jorge Andrade, que música é de ninguém." Fortuna Real"
" Passante"
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Agenda Solidária Palmas: Marceleza'n'Roll

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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Disco do Mês: Amor Amor em Macapá
Na noite desta quarta, após o último show da temporada de Latinizando, em Belém, a agenda de Lia Sophia indicava o rumo do aeroporto: a cantora segue para Macapá, onde lança o CD Amor Amor em duas apresentações: dia 28, no Sarau da Confraria Tucuju; e dia 29, na Casa do Choro. Na entrevista que fizemos segunda-feira, quis saber de Lia sobre como ela se sentia indo cantar na capital da Amapá, saiba por quê e o que ela respondeu:Fabio Gomes - A expectativa dos teus fãs no Amapá é grande; o CD Amor Amor é executado diariamente em vários programas de rádio de lá. Imagino que cantar em Macapá, onde cresceste, tenha um sabor especial para ti; qual a relação que manténs com a cidade hoje?

Agenda Macapá: Confraria Tucuju: Sarau de maio terá Lia Sophia e clássicos do brega

Foi Show: Prévia Festival Casarão
O blog Próxima Cena divulgou hoje o vídeo da Prévia do Festival Casarão, realizada na Casa Fora do Eixo, em Cuiabá, no dia 22 de maio, sábado. A grande vencedora, que conquistou o direito de se apresentar na noite de encerramento do festival, dia 19 de junho, em Porto Velho, foi a Rhox, com 54 votos. Também concorriam as bandas cuiabanas Sone Fix, Lexial, Heron, Stay Away, Unidade B2, Lufordi, Mad Sozen, Mopsy e Kallima. A convidada da noite foi a banda Intruhder, de Macapá.
Agenda Manaus: Eliakin Rufino e Euterpe

Junho inicia ótimo em Manaus. Eliakin Rufino e Euterpe voltam à cidade para uma série de shows na próxima semana. Agende-se:
- 2/6, quarta - Tacacá na Bossa (Largo São Sebastião) - 19h
- 4/6, sexta - Fino da Bossa
- 5/6, sábado - Açaí - Vieiralves - 23h
Nesta temporada amazonense, os dois terão como convidados os músicos Stanley Vagner (guitarra e violão) e Kenisson Ribeiro (percussão).
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Na Rede: Caldo de Piaba no Bananada 2010
Este vídeo é um trecho do show dos acreanos do Caldo de Piaba no sábado, 22 de maio, em Goiânia, no Festival Bananada 2010. Os acreanos tocam "I Want You (She's So Heavy)", dos Beatles, naturalmente numa versão muito livre.
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Na Rede: Gaby Amarantos no Música Paraense.Org
Hoje Gaby Amarantos é uma das convidadas d'A Tarde é Sua, que Sônia Abrão apresenta ao vivo para todo o Brasil pela Rede TV! a partir das 15h. A cantora paraense não consta até agora da relação de convidados publicada pelo site do programa, mas a informação é de fonte confiabilíssima - a própria Gaby, que tuitou ontem às 14h: "@HerissonLopes @giltonpaiva @GomesFabio @realizador Amanhã tem Gaby com Sonia Abrão, ao vivo na rede tv! assistam".
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Disco do Mês: Lia Sophia fala do CD Amor Amor

O título acima, lido de relance, pode parecer banal. Afinal, Amor Amor é o nosso Disco do Mês desde o dia 3 de maio, e muita coisa já foi publicada a respeito dele aqui no blog. Mas até aqui, quem falou do CD fui eu ou colegas da imprensa, nos textos, ou vocês, nos comentários; ouvimos Lia Sophia, sim, sobre os preparativos do show de lançamento do disco, no dia 5, e depois a respeito do show Latinizando. É chegado, portanto, o momento da cantora falar do disco em que presta um tributo ao brega. A entrevista foi realizada nesta segunda-feira.
Fabio Gomes - Lia, ouvindo as músicas do teu CD Amor Amor eu noto muita influência da Jovem Guarda e também daquelas músicas românticas de meados dos anos 70 - talvez, claro, por eu não conhecer tão a fundo este repertório brega romântico nortista, como tu pudeste conhecer por ser da região e também pela pesquisa.
Lia Sophia - Penso que a semelhança que você percebe entre estas canções e a Jovem Guarda deve-se ao fato de ambas terem sido influenciadas, tanto nas letras quanto no ritmo, pelo rock and roll e pelo iê-iê-iê, no pós-guerra. Claro que mais tarde cada uma segue o seu caminho, e o Brega passou por várias fases de renovação e mudanças rítmicas, sofrendo forte influência de ritmos caribenhos, e até hoje ainda vive grandes transformações e recebe diversos nomes, como Tecnobrega, Tecnomelody etc.
Fabio Gomes - Na tua interpretação vocal destas canções percebo muito de bossa nova, emoldurada por esta sonoridade sutilmente eletrônica que contrasta com as fortes imagens das letras ("Vem amor que estou morrendo" ou "Sem você não sei viver"...). Como foi que chegaste nessa síntese?
Lia Sophia - Os músicos cariocas não conheciam estas canções, e foram só elogios ao projeto e às músicas em si.
Fabio Gomes - O CD foi lançado na primeira semana de maio em shows no Teatro Margarida Schivasappa - a procura por ingressos foi tão grande que assim que iniciou o primeiro show, no dia 5, se anunciou a realização da segunda sessão no dia 7. Não esperavas isto, não é? Como foi que te sentiste? E já tens data para novo show em Belém?

Lia Sophia - Reconheço que o público que me acompanha é muito carinhoso com o meu trabalho, e sempre responde aos meus convites. Mas eu realmente não esperava, para uma quarta-feira, que a procura fosse tão grande. Eu estava emocionada, desde que o dia amanheceu. Pensar que eu, finalmente, ia apresentar o resultado de um projeto de mais de três anos de trabalho, desde o primeiro show em 2006, depois a pesquisa, a captação de patrocínio, a gravação do disco, enfim, quando vi o público ali, soube que todo o trabalho valeu muito a pena. Ah, tomei um susto quando fui avisada que repetiríamos o show na sexta-feira, não sabia nem o que dizer, foi engraçado. Vou apresentar este show nos dias 28 e 29 de maio em Macapá, e aqui em Belém, tenho planos para junho, julho, agosto... assim que tiver as datas te aviso para divulgares aqui no Som do Norte.
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terça-feira, 25 de maio de 2010
Agenda Palmas: Novas datas do 7º PMW Rock Festival
- 5/8 - Tendencies Music Bar, com entrada grátis
- 6 e 7/8 - Espaço Cultural, com ingresso a preços populares
Agenda Belém: Latinizando

Amanhã, a cantora Lia Sophia encerra a atual temporada de Latinizando, que vem fazendo semanalmente desde 8 de abril no restaurante mexicano El Bandolero, em Belém. O show inicia às 22h, e de lá ela segue direto para Macapá, onde tem duas aguardadas apresentações do show Amor Amor, sexta e sábado (voltaremos ao assunto!).
Fabio Gomes - Lia, o CD Amor Amor nasceu de um projeto paralelo teu que iniciou pouco tempo após o lançamento de teu primeiro disco, o Livre. O Latinizando pode seguir o mesmo caminho?
Lia Sophia - Você é sempre tão perspicaz!! Tenho um processo criativo muito pessoal que passa, sim, por essa experimentação do repertório em shows menores, a exposição de novas canções e novos arranjos para velhas canções, enfim, quem sabe!? O show Latinizando tá lindo, e se vier a se tornar um disco, tenho certeza que me dará muitas alegrias.
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Agenda Belém: Manu Chao

Manu Chao está no Brasil. E dessa vez ele não escapa de Belém. O músico francês se apresenta pela primeira vez na capital paraense no dia 30 de maio, domingo, no African Bar, em um dos shows mais aguardados dos últimos tempos, marcando a abertura da Virada Cultural Paraense. Trazendo na mala a turnê La Ventura, Manu Chao se apresentará ao lado de artistas locais como:
- Juca Culatra & Power Trio e Coletivo Rádio Cipó (com Mestre Laurentino e Dona Onete), que representam a misturada de estilos como reggae, dub, ska e carimbó
- DJ Patrick Torquato e seus beats globais; e
- Pinduca - de quem Manu se declarou um grande fã, pedindo expressamente que ele fizesse parte da festa que participará em Belém. Com o pedido devidamente atendido pela Sonique Produções, quem ganha é o público que terá o rei do carimbó e seu carisma inesgotável em uma noite especial.
SERVIÇO
Show: Manu Chao
Abertura: Pinduca, Juca Culatra & Power Trio e Coletivo Rádio Cipó
DJ: Patrick Torquato (Baile Tropical)
Local: African Bar (Praça Waldemar Henrique, s/n)
Data: 30 de maio (domingo), a partir das 18h
Ingressos: À venda nas lojas Chilli Beans (Shoppings Boullevard, Castanheira e Pátio Belém) e Ná Figueredo (Gentil Bittencourt). 1° lote a R$ 25 / 2° lote a R$ 30 / 3° lote a R$ 35
Informações: 91-9198-7747
segunda-feira, 24 de maio de 2010
“Pororoca 2010”: Stereovitrola produz trilha sonora de curta-metragem


Foi Show: Show dos 2 Anos da Megafônica

Nessa madruga, ali perto da meia-noite, enfim aconteceu algo que compensou que, ao invés de estar presente na festa de aniversário de 2 anos do Coletivo Megafônica, eu precisasse me contentar apenas em ouvir sua transmissão pela web rádio Independentes do Brasil: foi quando o jornalista Nicolau Amador publicou no Twitter o link da entrevista que fez com Juca Culatra, que estava naquele exato minuto fazendo uma participação especial no show do Nevilton, que o saudou como "embaixador do Pará" e "prefeito de Belém". Fora essa alegria - tem coisas que só a internet proporciona pra você -, ninguém em sã consciência poderia dizer que havia forma & lugar melhor para curtir o fervo que foi esse aniversário do que estar em pessoa no próprio Café com Arte!







domingo, 23 de maio de 2010
Na Rede: Mini Box Lunar em São Paulo
Uma coisa muito legal de fazer hoje em dia na rede é acompanhar os textos postados no blog do Mini Box Lunar sobre as andanças entre um festival e outro, e a produção de seu primeiro CD. Agora há pouco, entrou no ar o texto Seguindo o conselho dos mestres..., que consta como postado por JJ Nunes mas foi escrito, com toda certeza, por Otto Ramos (só ele podia se qualificar como "ex-pesquisador de Arqueologia Histórica... porque a bolsa se foi com essa temporada fora do Amapá.. rsrs"). O tema principal do post é o passeio que ele e Sady fizeram pelo bairro da Liberdade, descrição que Otto abre assim: "piramos nas ruas do bairro japonês/coreano às vezes mágico e lindo e às vezes bizarro!". O texto é muito legal, o melhor é lerem no blog da banda mesmo.
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Agenda Belém: Felipe Cordeiro

Agenda Porto Velho: Programação oficial completa do Festival Casarão 2010

Quarta-feira (16/6)
Local: Piratas Pub
Versalle (RO)
Cassino Supernova (DF)
Ricardo Koctus (MG)
***
Quinta-feira (17/06)
Local: Mercado Cultural
Caldo de Piaba (AC)
Do Amor (RJ)
Local: Escadaria da Unir
Hipnose (RO)
Dyviron (RO)
NEC (RO)
Bedroyt (RO)
Mugo (GO)
Local: Piratas Pub
Maria Melamanda (RO)
Autoramas (RJ)
***
Sexta-feira (18/6)
Local: Kabanas
Cabocriolo (AM)
Dom Capaz (MG)
The Name (SP)
Coveiros (RO)
Survive (AC)
Comunidade Nin-Jitsu (RS)
Hey Hey Hey! (RO)
Cidadão Instigado + Edgard Scandurra (CE/SP)
***
Sábado (19/6)
Local: Kabanas
Sub Pop (Vilhena - RO)
Rhox (MT)
Capelinos (TO)
Strep (RO)
Ultimato (RO)
Di Marco (Ji-Paraná - RO)
Superguidis (RS)
Nevilton (PR)
Móveis Coloniais de Acaju (DF)

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Na Rede: Orgulho do Pará - Lia Sophia
Segunda-feira, 17/05/2010
Lia Sophia: revelação na voz pop
Saber mesclar música pop com sons regionais da Amazônia não é pra qualquer um. Nascida na Guiana Francesa, Lia Sophia aos dois anos de idade veio para o Brasil com o intuito de morar em Macapá. Foi somente aos 17 anos que veio a Belém do Pará cursar graduação em Psicologia. Porém, não só a paixão pela terra a fez se considerar paraense radicada como também foi na capital do Pará que ela entrou em contato pela primeira vez com a Música Popular Brasileira (MPB). Hoje a cantora é uma das grandes revelações da atualidade e já é vista como uma das melhores representantes da música paraense. O talento de Lia veio ainda na infância. Aos seis anos ela já era solista da igreja que costumava frequentar. Os primeiros acordes ao violão surgiram aos nove por influência da mãe, que na juventude, foi cantora de rádio. Mesmo tendo nascido em uma família de músicos, onde conviveu com diversos estilos musicais - do gospel ao brega, do bolero ao zouk - a carreira musical de Lia Sophia não foi uma consequência natural. Na realidade, fazer da música um ganha-pão nunca foi visto com bons olhos pela família e pela própria Lia. Tocadas ao violão eram somente para serem apreciadas em família.
Quando chegou a Belém conheceu a tradicional MPB através dos CDs de João Gilberto e Marisa Monte. A paixão foi imediata. Durante o período de faculdade, por incentivo de amigos e como forma de se manter financeiramente, Lia, relutantemente, começou a tocar em bares locais, onde formou um público fiel. Aliás, chegou a ser dona de bar por quatro anos, abriu espaço para novos talentos e descobriu-se compositora. Sua primeira composição, “Eu só quero você”, tornou-se, ao longo do tempo, uma das músicas mais pedidas nas rádios da capital paraense. Dessa forma, a possibilidade de musicalmente criar coisas novas deu a Lia Sophia a certeza de que não poderia fazer outra coisa da vida que não fosse música.

Com uma voz rouca e suave, cada apresentação passou a ser um show com casa cheia. Foi aí que começaram a surgir convites para abrir shows de grandes nomes, como Tunai, Vitor Ramil e Chico César. Em agosto de 2005, lançou seu primeiro CD, Livre. Com uma proposta nova e pouco vista na cena musical paraense, dentre as 12 faixas do álbum estavam as primeiras composições da cantora. Com o trabalho, Lia viajou por várias cidades da região norte, recebeu o prêmio de “Cantora Revelação” no XXI Baile dos Artistas, fez shows ao lado de grandes nomes da música paraense como Nilson Chaves, Jane Duboc e Fafá de Belém, além de ter aberto shows de artistas como Maria Rita, Zeca Baleiro e Vanessa da Mata.

Em 2007, se apresentou diversas vezes em São Paulo. No ano seguinte trabalhou na produção de seu segundo CD, Castelo de Luz. Trabalho ousado, com 13 faixas autorais inéditas, o álbum foi lançado no primeiro semestre de 2009 e consolidou a vertente compositora da artista. No final de 2008 Lia Sophia também deu início a um projeto corajoso no qual já vinha pesquisando há quase dois anos: regravações de grandes clássicos da música brega paraense. Tal ideia resultou em seu terceiro CD, chamado Amor Amor, gravado no Rio de Janeiro e lançado no final de 2009.

“Considero-me filha do Pará porque Belém pra mim foi uma mãe quando eu cheguei aqui, me abraçou mesmo. Eu comecei a carreira profissional aqui e desde então eu sou denominada uma cantora paraense e é exatamente assim que eu me sinto. Moro no Pará há 15 anos. Não passo sem o meu açaí, sem o meu tacacá no final da tarde, isso é bem paraense, né? Faz parte da minha rotina. O fato é que pra mim a música paraense é tudo isso. É o brega, é o carimbó, a guitarrada... A nossa música é essa mistura toda e eu utilizo muito disso no meu trabalho. Ainda pretendo fazer outros trabalhos discutindo a relevância da música brega e misturando sons da terra. Eu estou nesse meio da música pop com sons diferenciados e paraenses de raiz. É isso que eu gosto de fazer”, revelou.

Por que se orgulhar?
Lia Sophia é uma das grandes revelações da atualidade e já é vista como uma das melhores representantes da música paraense. Além disso, considera-se filha do Pará mesmo sem ter nascido aqui, pois é apaixonada pelo Estado e se inspira através dele.
sábado, 22 de maio de 2010
Agenda São Paulo: Nortistas no 5º Salão do Turismo
O 5º Salão do Turismo - Roteiros do Brasil será realizado no Anhembi, em São Paulo de 26 a 30 de maio, com entrada grátis. A programação da Mostra de Manifestações Artísticas é extensa, pode ser conferida toda no site do evento. evento. Destacamos aqui a participação dos artistas do Norte, e aproveitamos para fazer uma importante correção: o Neuber Rocha que aparece ali não é outro senão o grande compositor e cantor roraimense Neuber Uchôa. Dito isto, agende-se:
26/5 - quarta
- 15h - Show Folclórico Boi Bumbá de Parintins (AM) - Palco Principal
- 16h30 - Zeca Preto e Neuber Uchôa (RR) - Palco Macrorregião Norte
- 17h30 - Vozes Caboclas de Santarém (PA) - Palco Principal
- 19h - Show Kanarô/Shaneihu e Banda (AC) - Palco Macrorregião Norte
27/5 - quinta
- 16h30 - Show Kanarô/Shaneihu e Banda (AC) - Palco Principal
28/5 - sexta
- 15h30 - Grupo de Carimbó Sabiá (PA) - Palco Macrorregião Norte
- 17h - Grupo Parixara (RR) - Palco Cortejo
- 17h30 - Marabaishow (AP) - Palco Principal
- 18h - Show Folclórico Boi Bumbá de Parintins (AM) - Palco Macrorregião Norte
29/5 - sábado - Palco Macrorregião Norte
- 13h30 - Marabaishow (AP)
- 18h - Grupo Parixara (RR)
- 21h - Zeca Preto e Neuber Uchôa (RR)
30/5 - domingo
- 11h30 - Show Folclórico Boi Bumbá de Parintins (AM) - Palco Macrorregião Norte
- 12h - Grupo de Carimbó Sabiá (PA) - Palco Principal
- 13h30 - Vozes Caboclas de Santarém (PA) - Palco Macrorregião Norte
Fora do Anhembi, alguns grupos se apresentarão nos SESCs paulistanos. Nortista, só um: o Grupo Parixara, no SESC Santana, dia 30, às 15h. No site consta 30/06 (sic), mas pela lógica é mesmo no domingo, dia 30 de maio.
A lamentar, a falta de grupos de Rondônia e Tocantins, do Norte, mas vendo a programação publicada no site você vai notar que outras regiões também não estarão totalmente representadas neste evento realizado com o nosso dinheiro pelo Ministério do Turismo, tendo como parceiros o Ministério da Cultura e o SESC-SP. Não há nenhum grupo escalado do Distrito Federal (Centro-Oeste) e do Piauí (Nordeste).
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Agenda Belém: Programação Conexão Vivo
- Shows:
Sexta, 11/6
19h – Mini Box Lunar (AP)
20h – Zarabatana Jazz convida Dayse Addário (PA)
21h – Caldo de Piaba (AC) convida Pio Lobato e Leo Chermont (PA)
22h – Sérgio Santos convida Zé Renato (MG)
23h – Floresta Sonora + Metaleiras da Amazônia + Juca Culatra (PA)
ábado, 12/618h – Orquestra Juvenil de Violoncelistas da Amazônia (PA)
19h – Sandália de Ambuá (PA)
20h – Romulo Fróes (SP)
21h – Gilvan de Oliveira (MG) convida Marco André (PA)
22h – La Pupuña convida Candiru Malino (PA)
23h – Gaby Amarantos (foto)(PA)
Domingo, 13/6
20h – Olyvia Magno (PA)
21h – Nina Becker (RJ)
22h – Falcatrua (MG) convida Kid Vinil (SP)
23h – Eddie (PE)
- No IAP, acontecem nos dias 10 e 11 mesas e worshops. Veja a programação clicando aqui.
- O papel da imprensa na música contemporânea - com Lauro Lisboa Garcia (O Estado de São Paulo), Beto Fares e Robson Fonseca (Rádio Cultura - Belém) e Fabio Gomes (Som do Norte) - IAP, 11/6 (sexta), 14h - aberto ao público
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"AÍLA - Pocket Show", por Felipe Cordeiro

A idéia da Aíla de fazer um pocket show já existe há algum tempo, mas a oportunidade só apareceu agora, ainda que não fosse a ideal devido às limitações técnicas do Boteco São Matheus (e de quase todas as casas de Belém) para uma realização desse porte. Sabíamos dos riscos pela frente, pois tocamos com cinco músicos num bar cujo palco comporta com conforto três ou quatro, além disso o som da casa tem suas limitações. Superado o medo desses riscos, acreditávamos que dava pra fazer algo especial. E assim o foi.
Agenda Belém: Na Veia da Nêga
Gigi Furtado & Os Cavaleiros de Jorge“Ela chega desconcertando... / na veia da nêga corre o som”. Imagine uma festa cheia de swing, embalada por black music e pitadas de samba, soul, rap e outros ritmos, que celebra a música, mas também a alegria. Essa é atmosfera que cerca o show “Na Veia da Nêga”, de Gigi Furtado & Os Cavaleiros de Jorge.
Com canções de Jorge Ben Jor, Tim Maia, Sandra de Sá e outros ícones do gênero, trata-se de um espetáculo pulsante, que alia o timbre particular da cantora, formada em canto lírico, com a criatividade da banda, montada especialmente para o projeto. No comando, a cantora paraense Gigi Furtado, que há 12 anos dedica-se à música.
Desta maneira, ora celebrando a miscigenação – “o país do swing é o país da contradição” – ora reclamando o preconceito racial – “a carne mais barata do mercado é a carne negra” -, “Na Veia da Nêga!” pode ser considerado um “laboratório de experimentações”, que exalta grandes compositores sem esquecer o comprometimento social e no centro de tudo, a alegria.
SERVIÇO:
NA VEIA DA NÊGA - Gigi Furtado
Teatro Maria Sylvia Nunes
27 de maio, quinta, 20h
Ingressos antecipados: Ná Figueiredo (Estação das Docas)
Arte do cartaz: Juliana Sinimbú
***
GIGI FURTADO
" Na Veia da Nêga" (Jair Oliveira - Luciana Mello)
George Netto: violão
Willy Benitez: guitarra
Alexey Jhonston: baixo
Rafael Gomes: percussão
Cássio Lobato: bateria
Gravado no Estúdio da Rádio Cultura FM (Belém) - 2009.
Foi Show: Nanna Reis

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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Foi Show: Aíla cada vez mais livre
edição: Amanda Aguiar
Recebida por muitos sorrisos, fez questão de exibir o seu próprio em cada mesa, cumprimentando o público um a um, como anfitriã a seus convidados. A ideia parecia essa mesmo: aquilo não seria um show, mas uma alegre reunião. O pocket show, dirigido pelo músico e amigo Felipe Cordeiro, é um convite àqueles que vêm acompanhando a promissora, elogiada e premiada carreira de Aíla Magalhães. A artista, aliás, parece ter estendido a proposta intimista à nova assinatura: está mais amiga do público, mais cúmplice, mas nem por isso menos única – a cantora agora é apenas Aíla.Publicado originalmente na Ecleteca - 18.05.10,
sobre o pocket show de 14.05.10


