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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Copa 2014 pode gerar oportunidades para cultura em Manaus

Ao lado, temos uma ideia de como o Gerkan Marg und Partner, escritório de arquitetura que fez vários estádios na Alemanha para a Copa do Mundo de 2006, imagina que possa ser o novo Vivaldão, de Manaus. Em maio do ano passado, quando do anúncio das 12 sedes da Copa que o Brasil sediará em 2014, o governo do estado do Amazonas anunciou que, não havendo investidores privados, assumiria a demolição do atual Vivaldão e a construção de um novo, com custo estimado em cerca de meio bilhão de reais. Será o mais caro estádio da Copa. 

Ainda quando do anúncio das sedes, ouvi muitos comentários preocupados com os altos investimentos para sediar jogos de Copa em Manaus, cidade que, a exemplo de Cuiabá, não tem times nas principais divisões do futebol brasileiro. De acordo com nota divulgada pelo Ministério do Turismo, porém, os amazonenses podem esperar que o novo Vivaldão gere oportunidades que não se restringem ao futebol. Nesta terça, 9 de fevereiro, o coordenador de Relações Governamentais da Área de Durban para Copa 2010, o sul-africano Eric Apelgren (à direita), palestrou no  Seminário Internacional de Futebol: Copa do Mundo no Brasil em 2014, na Assembleia Legislativa de São Paulo. Apelgren detalhou o modelo de arena multiuso que a África do Sul já usa, e que o Brasil deverá adotar:

- Mais que ser uma estrutura moderna, o conceito permite que o estádio seja usado sete dias da semana. Buscamos um projeto que possa gerar renda extra e que assegure às áreas de recepção o seu uso durante ou depois da Copa, em outras formas de entretenimento. Esses espaços são comercialmente viáveis, juntamente com outras áreas públicas ali criadas. O projeto inclui um anfiteatro, área aberta, playground, pista de corrida, restaurantes. 

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